P.P.A, Na Nova Farmácia Cristo Rei, de Itaporanga

P.P. A, Na Nova Farmácia Cristo Rei, de Itaporanga
(Reynollds Augusto)
 
De início, leitor, não vou deixá-lo na dúvida, as siglas P.P. A significam Preço, Prazo e Atendimento. É verdade, pode conferir.
 
A farmácia está localizada na Rua Francisco Bidô, ali por trás da nossa querida e linda Igreja Matriz, na cidade de Itaporanga, a Rainha do Vale, que é o ambiente de sustentação espiritual dos nossos irmãos católicos e vizinho ao Centro Espírita Jesus de Nazareth, o ambiente de sustentação espiritual dos meus irmãos espíritas, todos, cada quais em suas escolas, a buscarem o Evangelho de Jesus, o maior Código de Vida já existente, com princípios norteadores, que nos levam à buscar uma vida renovada. Não perca tempo de vivê-lo leitor, todos na contagem regressiva e passa tão rápido que parece trem bala, como diz a música.
 
Depois da Reunião Espírita da Noite, que tratou da fé nos seus aspectos humanos e divinos a amenizar a as agruras do caminho, a bela farmácia, em ponto estratégico da rua, chamou a atenção de um dos amores da minha vida, a minha filha JULIANNA, misto de Júlia, com Ana.
 
– Papai, vamos conhecê-la?
 
– Só se for agora.
 
Ela ficou encantada com a farmácia e com a sua dona, Socorro, a minha “comadre” Corrinha, um tratamento carinhoso, que por sua vez é tia do empreendedor, seu sobrinho, “cabra” educado, que me esqueci do seu nome.
 
Corrinha teve duas perdas, ou melhor, duas despedidas antecipadas. A morte do seu excelente esposo Irineu Agostinho, o meu irmão maçon, que foi para o “oriente eterno”, nossa próxima parada e o seu sobrinho, jovem acadêmico de direito, Thiago, que desencarnou em acidente de carro.
 
A vida física é assim, leitor, é um risco, daí a importância de procurarmos entendê-la , de fato, do que se trata, buscando a verdade, como disse Jesus, o nosso mestre por excelência.
 
É que esse é um Direito Universal, preexistente e que não comporta falhas, pois o seu “legislador, julgador e administrador” é perfeito, como perfeitas são as suas leis.
 
Isso é matéria de Direito Natural, metafísico, que a academia, ainda, não consegue dimensionar com a justeza necessária. Mas, tudo tem seu tempo, que não existe, segundo Einstein,um das maiores mentes pensantes que já reencarnou nesse orbe, a ensinar essa humanidade ignorante, que destrói a nossa Terra-mãe á busca do ter e das posses, irresponsavelmente.
 
“Senhor, perdoa-lhes, eles não sabem o que fazem” ( Jesus)
 
Ainda não o sabemos. Mas, já foi pior.
 
Quero pedir desculpas a minha comadre Corrinha por não poder estar presente na linda inauguração, estava em diligência, mas já ganhou um cliente. Aliás, dois, pois a minha princesa inaugurou ontem a transação ao adquirir um Kit de lencinhos umedecidos para as suas bonecas.
 
Na volta para casa ela confidenciou-me que os leçinhos além de estarem em conta, a “vendedora” é educadíssima.
 
E VIVA A FARMÁCIA CRISTO REI
 
Pense Nisso! Mas Pense Agora Mesmo.

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A Lição da Gruta

PENSE NISSO . MAS PENSE AGORA MESMO
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A Lição da Gruta
(Reynollds A Cabral)

Sabe leitor, nada mais eficiente e estabilizador do que possuir uma fé racional. É até estanho relacionar fé com racionalidade, mas, a real, tem a ver.

Geralmente consideramos fé a nossa confiança em alguma crença, algum sistema religioso. Muitos não sobrevivem ao menor questionamento. Esse tipo de fé é construção humana, que dista da fé racional que não crê, mas sabe.

É preciso ter fé, sabendo e não ter uma fé, pesando que se sabe. Foi por isso que Jesus, o maior espírito que já veio por essas “bandas”, disse: Buscai a verdade que ela vos libertará”. Isso sim é fé.

Tudo isso me fez recordar daquele conto do livro do meu irmão MECIADES JOSÉ DE BRITO, que realiza um trabalho espírita de fé, na cidade de Sapé. Vale a pena compartilhar:

“ A Lição da Gruta

Jesus, quando esteve no mundo , cuidou de preparar seus discípulos para as várias situações e dificuldades que eles teriam que superar, para a divulgação do Evangelho.

Aqueles simples pescadores, embora moralmente virtuosos, necessitavam de novas experiências, a fim de consolidar os ensinamentos recebidos. Pensando nisto, certa feita o Mestre os convidou a ir a uma gruta. Não disse quantos dias ali passariam.

Tão logo adentraram a gruta, o Mestre lhe deu conhecimento da missão que deveriam realizar naquele local. Cumpria—lhe unicamente rever e discutir, em grupo, os ensinamentos já apresentados. Pediu-lhes o mestre que todos se mantivessem preocupados apenas com esse propósito e que aguardassem o seu retorno, pois necessitava de ir a um lugar mais reservado. Orientou-os a não desanimar e perseverar no aprendizado.

NO PRIMEIRO DIA todos ficavam satisfeitos. Havia muita paz no ambiente a convivência fraterna entre ele deixava o grupo muito unido e todos se sentiram reconfortados , diante das consoladoras lições evangélicas. Findou o dia e o mestre não voltou.

NO SEGUNDO DIA, recomeçaram o aprendizado e novamente puderam sentir a felicidade de estarem juntos, e usufruíram de paz e amor que o Evangelho proporciona. Ansiavam retornar á vida junto aos homens e disseminar a luz do Evangelho por todos os cantos.Findou o segundo dia e o Mestre não retornou.

NO TERCEIRO DIA, já sinais de impaciência com a ausência do senhor, mas, atentos á sua recomendação, reiniciaram o estudo do Evangelho. O dia transcorreu em clima de muita tranqüilidade, e recordação de varias parábolas serviu de alento para aquela espera, que já estava se tornando angustiante. Todos sentiam a vontade de saia da teoria para a prática, voltando ao convívio com os homens para auxiliar e servir. Ao fim do terceiro dia, o Mestre também não apareceu.

Assim, passaram-se os seis primeiros dias e eles, disciplinadamente, repetiram, a cada dia, o que haviam feito nos dias anteriores. A cada dia , no entanto , diminuía-lhes a empolgação. No sétimo dia, já desesperados com a ausência do Mestre, decidiram abandonar o local. A dúvida, a incerteza, o desânimo, o desespero, o temor, a descrença e a falta de perseverança haviam enfraquecido a fé daqueles valorosos trabalhadores.

Ao saírem da gruta, a surpresa: todos estavam leprosos!

Apavorados e aflitos retornaram ao interior da gruta. Ao chegarem ao lugar de antes, encontraram Jesus que os esperava pacientemente. Vendo o Mestre todos se encheram de alegria, coragem, ânimo e fé. Tomando a dianteira, Pedro falou pelo grupo:

– Senhor, onde estiveres? Te esperamos por sete dias, até que, sem saber que fazer, decidimos sair. Vê o que aconteceu conosco, estamos leprosos!

Jesus, fitando-os com bondade, disse-lhes: Não vejo, em vossos corpos, doença alguma!

– E eles, perplexos, se entreolharam e constataram que não estavam doentes. Mas, como?… retrucou Pedro, – ainda há pouco… Nos vimos lá fora… Estávamos leprosos!

Só então compreenderam o sentido da gruta: A dúvida, a incerteza, o desânimo, o desespero, o temor, a descrença e a falta de perseverança são doenças tão perversas para a alma, quanto a lepra para o corpo.

A alegria, a coragem, o ânimo e a fé funcionam como remédio, livrando-os do mal.

Tenha fé, meu filho!

PENSE NISSO! MAS PENSE AGORA MESMO

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É o Bicho, É o Bicho

É o Bicho, É o Bicho…

 
PENSE NISSO! MAS PENSE AGORA MESMO
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É o Bicho, É o Bicho…
(Reynollds Augusto)
 
Sabe leitor, no início da nossa “odisséia” profissional, quando nomeados para exercer as nossas funções junto à Comarca de Itaporanga, tínhamos o hábito de nos reunir nos finais de semana e, também, nos períodos festivos, para brincar, tirar a gravidade.
 
É que a Justiça Comum indica o essencial ambiente de a quantas anda a nossa sociedade. Aqui tem de tudo e um pouco mais. Sorrimos com as alegrias dos jurisdicionados, choramos com as suas tristezas, que na verdade implicam o movimento constante da vida, com perdas e ganhos, mas sempre ficando o aprendizado. Tudo serve de educação para as nossas almas, pois o Planeta Terra é, antes de tudo, uma grande escola, além de ser um hospital e uma prisão.
 
O Oficial de Justiça possui outras funções intrínsecas que são as de detetive e psicólogo. Somos uma espécie de “ouvidor” dos dramas da comunidade sendo preciso tentar promover o equilíbrio, mesmo que informalmente, das partes.
 
A nova legislação Civil, trouxe para o meirinho mais uma função, a de conciliador primevo, auxiliando o juiz nessa difícil arte de compor conflitos, sempre fruto do nosso orgulho e do nosso egoísmo, as duas grandes chagas sociais e os responsáveis por quase todos os litígios. Né não?
 
“Bem aventurados os homens de Boa Vontade” ( Jesus)
 
Mas eu sempre levava para esses encontros o meu aposentado violão e brincávamos até cansar. Alem dos magistrados, os maestros dessa “orquestra jurídica”, que dão cadência e emoção aos processos, na condução das histórias pontuais humanas, os servidores, como também, os advogados e promotores, atores legítimos dessas reais histórias de vida, a encenar capítulos da “novela Justiça”.
 
Eram dias de alegrias e muita música. Um destaque para o outrora escrivão BETO BARROS, que sempre foi alegre, companheiro, responsável, feliz. Lembro-me da linda galega Eliana, com seu sorriso largo e uma expressão de garota sensível, que desencarnou, fora do combinado.
 
A vida é sempre assim leitor, você pode está hoje aqui e amanha não. Estamos sempre de passagem e tudo é impermanente, até o planeta Terra, que cumpre a sua missão pessoal de planeta que está categoria de “prova e expiação”., segundo os imortais. Ou o “cabra” está aqui sendo testado ou submetido á expiação, que uma espécie de “penalidade” divina para os erros cometidos no passado e, portanto, tudo “está certo”, pois Deus não joga dado. Afinal, segundo Jesus: “Não sairás daí ( do planeta Terra) enquanto não pagares até o último ceitil” e como somos seres imortais, experimentando corpos mortais, ninguém escapa; retornaremos, o espírito ressurgira reencarnando, não tem jeito.
 
É por isso que sei da ressurreição do espírito e jamais da ressurreição carne, como querem alguns e que é cientificamente impossível. Deus não derroga as suas leis, por serem perfeitas.
 
Lembro-me, também, do Oficial de Justiça ZÉ NETO, que tinha uma voz possante, nos fazendo relembrar o saudoso NELSON GONÇALVES. No momento dos “bregas”, ele dada conta do recado:
 
“ Lembro o olhar, lembro um lugar, teu vulto amado
Lembro um sorriso e o paraíso que tive ao teu lado”…
 
Saudades do velho Zé Neto. Ele tinha uma rixa natural com Manoel. Também, Manoel o instigava de propósito, o chamando de “velho preguiçoso”, em tom de brincadeira e isso era o estopim para as “brigas”.
 
– Preguiçoso és tu “cabra safado”, que depois que essa comarca aderiu á distribuição de mandados por esse sistema do cão, enches a minha pasta de diligências.
 
Mas, era tudo brincadeira.
 
Hoje estávamos a relembrar, eu e Manoel, que de cabeção não tem nada, desses momentos, dessa vida que logo passa e que levamos no nosso psiquismo pessoal, mesmo depois da morte do corpo físico, que acontece a cada segundo, nessa curta existência física, que dia a dia despede-se nós.
 
Deixamos de fazer as reuniões, principalmente, pois sumiram com a minha pasta de músicas, com as velhas harmonias, dos roques nacionais como Titãs, Kid Abelha,Ultraje, forrós “pé de serra”, músicas baianas, com um destaque para “é o bicho, é o bicho, vou te devorar, crocodilo eu sou”…
 
Eu não tenho provas, mas tenho convicção que foi Manoel, que deu cabo do meu repertório.
 
PENSE NISSO! MAS PENSE AGORA MESMO …………………………………………………………………………………………………

7 comentários
Comentários
Ildefonso Teixeira
Ildefonso Teixeira Merecem o total respeito…pessoas de bem. E que a amizade seja cultuada por todos. Abraços!
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Rey Auca
Rey Auca Grande Ildefonso Teixeira, valeu poeta!
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Emanoel Claudino
Emanoel Claudino Meu amigo, Rey Zé Neto só cantava a volta do boêmio e vc só sabia cantar é o bicho é o bicho, portanto, não precisava de partitura. Acho q vc perdeu a pasta das músicas e só aprendeu a tocar e cantar é o bicho.
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Clautides Ribeiro
Clautides Ribeiro Emanoel Claudino foi meu patrão por alguns anos, pessoa que admiro e respeito!!! 👏👏👏👏
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Edson Barreiro Lemos
Edson Barreiro Lemos Perfeita. Bela história. E a vida é assim. De tudo deixa recordações
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Cleonice Brasileiro
Cleonice Brasileiro Kkkkk parabéns a vcs q fazem tão bem a lei do ofício E q Deus continue a iluminar os percalços q a vida nos manda e q vcs leve a alegria de amar a profissão tão bem como fazem
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Teka Lacerda Lacerda
Teka Lacerda Lacerda É tão bom!!! As vezes me deleito assim… com a mente “vafando”… até pousar lá atrás… nos nossos “ambientes de trabalho”, sem dúvida, o melhor lugar onde depositamos valiosa parcela das nossas vidas : vigor, energia, conhecimentos, promoções humanas e sociais, sentimentos confraternos, amizades sinceras e falsas tbm… enfim, onde nos formamos na arte da convivência q nos deixa Saudades e q vale muito ser memorizada!!!
O nosso ambiente de trabalho é a outra metade da nossa família q nos faz sentir importantes e felizes!

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Evangelho No Lar

BOM DIA!

O PENSE NISSO DO DIA.

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O EVANGELHO NO LAR 

(Reynollds Augusto)

Sabe, leitor, a família está feliz.

É que quando, ontem, estava sentado na calçada no Colégio Padre Diniz, para ver o sol se despedindo, de mais uma etapa da vida e, também, ver o meu povo retornando para casa, feliz, depois da labuta, chega a minha linda prima, LETÍCIA CARVALHO.

Ela é filha de um dos melhores violonistas da Paraíba e professor do IFPB, Cristóvão Augusto, o meu grande primo “PIPA”.

– Eita “Lelêca”, pensava que tinha nos abandonado?

Leíticia sempre nos visita e isso sempre é motivo de alegria. Tem a idade das minhas garotas e até, brinco com ela, dizendo que o “computador do céu” se enganou e mandou-lhe para a casa errada. Era para ter nascido minha filha.

Brincadeira, “Pipa”!

Mas além de ser linda é uma garota sensível e namora um cara do bem: O “ZACA”, sobrinho do nosso eterno RADEGUNDES FEITOSA, que levou a bandeira de Itaporanga ao mundo.

Foi excelente uma entrevista que ele e a “sua turma” concedeu ao JÔ SOARES, arrancando aplausos e expectação do entrevistador que estava visivelmente emocionado, com os trombones, que pareciam mais uma orquestra sinfônica. Era o “Brazilian Trombone Ensemble”. Espie leitor. Você vai chorar de rir

Mas, ontem, domingo, foi o dia do nosso evangelho e eu a convidei para estar presente. Garota inteligente. É de raça .

O evangelho aqui em casa é um momento família, de terapia de grupo. Todos se reúnem em torno de um tema escolhido, geralmente um tema evangélico, principiológico, para que possamos entender a vida. É uma espécie de lei constitucional, que tem supremacia e ninguém pode se esquivar ou criar desculpas para não estar.

Discutimos,ontem, aquele tesouro que se encontra em Mateus, que saiu da boca de Jesus:

“ Não ajunteis tesouros na terra, onde a traça e a ferrugem destroem, e onde os ladrões arrombam e roubam. Mas ajuntai tesouros no Céu, onde nem a traça e a ferrugem destroem, e onde os ladrões não arrombam nem roubam”.

Entendeu leitor?

Para qualificar a discussão usamos um texto do grande escritor Richard Simonetti, chamado “ Sem Choques”. E aprendemos que vivemos em um estado espiritual que é difícil viver sem os choques da vida.

Diz ele que existe uma dupla dinâmica que acaba conosco: O acomodamento e o amornamento.

São espécies de cupim a corroer as iniciativas, os movimentos, as buscas. Instalam-se em todos os setores sociais. Até na Doutrina Espírita, que é uma força que faz crescer interiormente.

Vemos muitos amigos nossos, com potenciais, que começam estimulados pela grandeza do Consolador Prometido, mas logo páram no meio do caminho. Sem falar no nosso desestímulo para lutar pelos objetivos pessoais.

Segundo Richard diz que pior que o acomodamento é o “amornamento”.

O “cabra” não está nem ai para os movimentos sociais, sejam políticos, familiar, educacional… Vira uma espécie de “ponto morto” da vida. Não participa não se compromete nada faz. Transforma-se, apenas, em um observador contumaz.

Eita”! Rimou

Mas a vida é sábia, como sábia é a sua causa. O “cabra” quando está nessa situação, vem um choque, natural, para que ele recomece: A Morte do corpo físico. Ela nos faz mudar a visão existencial e somos convidados á mudança e passamos a deixar de “ser coitadinhos”.

É uma forma de acabar com a nossa adaptação aos nossos estados. Quando o corpo morre e somos desencarnados, ao mundo dos espíritos, nossa verdadeira casa, também, tendemos a nos acomodar, do lado de lá. Aí vem outro choque. A reencarnação.

“ Ninguém poderá ver o reino dos céus se não nascer de novo”, disse Jesus.

Ressuscitamos,reencarnando, ressurgindo, em outro corpo, para renascer para vida, em busca de valores, ate a depuração total, que as religiões tradicionais “apelidam” de “salvação”, sendo nada mais é do que conquista da alma, desenvolvendo razão e o sentimento até à  plenitude.

O bom mesmo é viver com duas outras eficientes duplas dinâmicas, do bem: O AMOR E A INSTRUÇÃO.

Seja bem vinda Lelêca !

PENSE NISSO! MAS PENSE AGORA MESMO

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Os Polidores da Pedra – Ademar Augusto

Os polidoresPENSE “POLIDORES DA PEDRA”
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Os Polidores da Pedra I 
ADEMAR AUGUSTO 
Paulo Rainério Brasilino)

Ele se chamava ADEMAR AUGUSTO, de sobrenome de Sousa Carvalho, jornalista, filho mais velho do Escrivão de Policia Civil ANTÔNIO AUGUSTO DE CARVALHO e da dona de casa MARIA PERPÉTUA LEITE, teve como irmãos o Delegado de Policia Civil JOSÉ AUGUSTO DE CARVALHO e sua irmã MARIA JOSÉ LEITE.

Era casada com a funcionária Estadual MARIA CABRAL NEVS CARVALHO, mais conhecida na cidade como NIZEUDA, e teve como filhos o Oficial de Justiça REYNOLLDS AUGUSTO CABRAL, o mais velho; RONEYDE AUGUSTO CABRAL, a sua única filha; e o caçula da família, que levou o seu nome, ADEMAR AUGUSTO DE SOUSA CARVALHO JUNIOR, conhecido por todos, na cidade, como JUNINHO.

ADEMAR LUIZ GONZAÇA IINasceu em 15 de dezembro de 1945 de desencarnou em 08 de agosto do ano de 2005, com quase 63 anos de idade, vitima de complicações geradas pelo diabetes, doença de histórico familiar.

ADEMAR, conhecido pelos íntimos como BABÁ, era jornalista e tinha graduação no curso de Letras. Sempre atuou na comunicação e movimentou a política do Vale do Piancó, notadamente de Itaporanga. Era correspondente e funcionário do Sistema Correio de Comunicação e mantinha uma coluna semanal que tinha o nome de “VALE DO PIANCÓ”, noticiando os acontecimentos sociais e políticos do Vale, no Jornal Correio da Paraíba.

DSC00304Escreveu, também, para o jornal O NORTE, A TRINUBA, FOLHA DO VALE. Mas tinha ume verve pela comunicação radiofônica e foi um dos responsáveis pela implantação da Rádio Correio do Vale AM, na cidade, onde foi diretor.
ADEMAR AUGUSTO foi um desses homens que contribui para o progresso da cidade de Itaporanga e sempre esteve presente aos movimentos políticos, ás campanhas municipais e estaduais, sempre atualizando os eventos. Participava, ao vivo, de noticiários radiofônicos das Rádios: Tabajara, CBN Noticias e do próprio Correio da Paraíba, onde passou a maior parte de sua vida, como profissional.

Criou a sucursal do Jornal Correio da Paraíba, aqui na cidade, onde era o ponto de encontro de intelectuais da imprensa, jornalistas, escritores e amigos. Também fundou a difusora Tabajara ,com projetores de sons das antigas e que serviu de estímulo para formar locutores da cidade, espalhados pelo Brasil, em um tempo que a dificuldade era o carro chefe. Foi um dos primeiros a rodar com carros de som na cidade, divulgando as campanhas políticas da época. 
Ademar foi um homem de bem e sempre buscou o desenvolvimento da sua terra. Esteve presente aos movimentos cívicos da cidade de Itaporanga e se tornou o locutor oficial do dia 7 de setembro,onde rememorava, com ufanismo, a história do nosso descobrimento ,focalizando heróis da nação.

Ademar Augusto de Sousa Carvalho, natural de Itaporanga, um dos filhos que muito fez pelo desenvolvimento da Rainha do Vale. 
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1 Jesus2589_314949621967380_1059901672_nAdemar Augusto 
(Jesus Fonseca, em 08.07.2006)

Eu nasci católico e professo, até os dias atuais, essa Crença Religiosa!

Quando criança, em Itaporanga, na época, Misericórdia, pois, fazia um pouco mais de uma década da alternância do nome, convivi com ADEMAR AUGUSTO, uns três anos mais moço que eu, menino em seus 10 anos de idade, mas já muito sério e compenetrado nas coisas da vida.

Era primo pelos dois lados. Seu Pai, ANTÔNIO AUGUSTO DE CARVALHO ,era meu primo legítimo e sua mãe, MARIA PERPÉTUA LEITE, prima em segundo grau. De mar, como costumávamos chamá-lo assim. Eu e meus irmãos éramos filhos de assalariados estaduais e tínhamos como sonho, o saber, a cultura, mas a dificuldade era grande, pois em nosso rincão havia, apenas, o ensino primário e o deslocamento e estada em outros meios mais adiantados, onde pudéssemos cursar o ginasial, eram dificultosos.

Tivemos mais sorte que ele, conseguimos vaga em seminários, eu no longínquo Recife. Toin em Caicó, Dehon em Cajazeiras e assim nossos caminhos bifurcaram-se.
Entretanto ADEMAR AUGUSTO era valente e não desanimou. Naqueles tempos ,os meios de comunicação eram deficientes , no nosso “interiorzão”, fazia-se através de um único meio , os correios e telégrafos, precariamente. Crispim Pessoa, o “Pessoinha”, de saudosa memória, teve a idéia de criar um serviço de difusão através da Rádio e conseguida a licença, fundou a Rádio Cruzeiro do Sul, um avanço significativo para a comunicação do Vale do Piancó. 
E lá estava o jovem Demar como seu locutor principal, difundindo a notícia, a música, ás comunidades vizinhas, sítios, etc. Ele que nascera com a vocação para o jornalismo falado, dava assim seu primeiro passo vitorioso da senda da vida. Posteriormente, casou-se para constituir família, o destino de todo ser vivente, anos mais tarde, viria a alcançar outro grande objetivo, a formação em Letras.

Quando partiu, prematuramente, deve ter chegado ás Plagas Divinas, realizado, porque não há prêmio maior para qualquer ser humano do que sabedor que gerou um filho exemplar, inteligente, integro digno do merecimento da sociedade em que vive. E Ademar Augusto teve esta felicidade, ser pai de um ser humano de estirpe de Reynollds Augusto.

Comecei este relato dizendo-me Católico e ainda continuo, todavia, isto não me faz sentir castrado em não poder ver os erros e a benesses de outras religiões e os da que professo. Todas as religiões monoteístas têm em comum um só objetivo, a Presença de Deus.

Os caminhos para estas difícil ou fácil caminhada, dependendo de cada um, através das religiões, são diferentes, uns mais perto, outros mais longos, contudo que a meta seja atingida, no final.

Apegar-se em demasia,” ipsi litteris” ao que está escrito, sem nenhuma reflexão, sem alguma análise, pode se tornar danoso, levando muitas vezes, a pessoa ao fanatismo religioso.

Eu gosto muito de ler o que Reynollds escreve. Faço minhas análises, tiro minhas conclusões, discordo de alguns pensamentos, mas, em grande parte concordo e comungo de suas idéias espirituais.

Para não me alongar muito, exponho um tema, exemplificando. Há uma Força Universal Infinita, não teve princípio e nem terá fim, Criadora de tudo que está aí, dentro do mais perfeito equilíbrio que possa existir. Não importa as diversas designações para identificá-la: a Natureza, força maior, etc. Eu a identifico como Deus.

Se é infinito, logo é ONIPOTENTE! Se foi capaz de criar o Universo como todo o seu equilíbrio, logo é ONISCIENTE e ONIPRESENTE porque está em toda parte. Ora, como é que uma Criatura, a essência da inteligência e sabedoria, da igualdade, nomeia um único povo, uma parcela ínfima da humanidade com o seu povo, o Povo eleito de Deus?
Como é que uma criatura ONISCIENTE, a essência da igualdade, cria local de eterno castigo para uns e um paraíso para outros? São pontos de reflexão que não devemos desprezar.

A propósito do que li em uma mensagem, “que alguém fazia a caridade e não resolvia seus problemas”, devo dizer que ninguém faz a caridade visando retorno material, pois assim procedendo estará abolindo o verdadeiro sentido da ação, constituindo-se, então, numa transação comercial, por sinal, muito ousada, com DEUS

Um abraço a todos 
Jesus Fonseca, 08.07.2006

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O Tempo É Implacável

O TEMPO É IMPLACÁVEL 
 
 
O tempo é implacável. Voa! Contudo, para determinadas coisas, ele nunca avança; simplesmente pára.
Há 64 anos, na Rua Cinco de Agosto, na casa de Dona Dazinha, o tempo mudou; primeiramente ficou cinza porque o seu marido Totinha acabara de sofrer um infarto do miocárdio que, por falta de condições adequadas da época, evoluiu para o êxito letal que é a morte. Então, o dia enegreceu. Uma viúva com sete filhos para serem educados com apenas um salário mínimo que, lembro-me bem, apesar da tenra infância de sete anos, era de 135 cruzeiros. Aquilo que era escuro virou breu. 
Na alma dos três filhos mais velhos, Noli, Nemi e Edmilson, ainda adolescentes, uma tempestade em seus mares onde navegavam suas frágeis embarcações; na alma das três crianças, Jesus, Antonio e Dehon, a perda de suas bússolas, de seu referencial e para Teresa Neumann, a filha do meio, sobraram a dor e a incerteza do porvir.
No dia cinco de julho aconteceu o sepultamento do corpo que determina ser aquele acontecimento uma verdade incontestável, o inexorável, a separação definitiva daquele que tanto amou e que foi amado, o colo amigo onde adormecíamos sob os afagos de um pai extremoso.
Dia seis de julho, a realidade da vida, o acordar para a pesada responsabilidade que cairia nos ombros de cada um. Não importando a idade. Dona Dazinha juntou os filhos e fez um pequeno e duro sermão dizendo: o pai de vocês não mais existe; doravante, serei PÃE, ou seja, pai e mãe. Somos pobres, não temos herança material para deixar. O nosso sonho seria lhes dar uma fortuna que nenhum ladrão roubaria que é a educação, a cultura. O pai de vocês morreu, mas, o sonho continua vivo enquanto eu existir. Filho meu só será visto na rua para ir à igreja ou à escola. Quando sobrar tempo para brincar será aqui dentro do quintal, debaixo de meus olhos, sob as minhas vistas.
Tal disciplina em uma cidade minúscula, em torno de oito mil habitantes, onde todas as pessoas são parentes e se conhecem, poderia parecer absurda, mas, Dona Dazinha estava certa; eram muitos filhos para poucos olhos. Não foi doloroso para nós porque havia a amálgama do amor que amortecia quaisquer sacrifícios e as excelentes notas nas provas mensais que nos colocavam em destaque entre os colegas serviam de premiação. 
Aquela mulher pequenina sabia manobrar a nave de nossas vidas e fez com tal maestria que jamais nos queixamos e somos eternamente gratos pela transformação que aconteceu em nossa caminhada por este mundão lindo de Deus.
Tornamo-nos homens realizados, vencedores, cumpridores de nossos deveres e reconhecidos como tais. Angariamos mais amigos do que inimigos e invejosos porque a pureza de sentimentos que nos foi ensinada germinou de forma firme e definitiva e permanece íntegra em nossos corações.
Hoje, um dia que deveria estar no esquecimento de muitos outros filhos, permanece aceso intensamente em nosso âmago como se jamais tivesse esta distância imensa. A saudade é a mesma, a dor é menos incomodativa, as lembranças qual labaredas de uma fogueira ainda queimam, mas, não machucam mais. Em uníssono, estamos mais que unidos em torno de um velório dizendo: papai, vá em paz! Daqui há 64 anos estaremos dizendo que a nossa mãe cumpriu o sonho de vocês dois

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A Reencarnação

A Reencarnação

JOSÉ REIS CHAVES

A reencarnação é a doutrina mais antiga e mais universal
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PUBLICADO EM 03/07/17 – 03h00
Há séculos, que a reencarnação, adotada no cristianismo até o Concílio Ecumênico de Constantinopla em 553, vem sendo atacada por grande parte dos líderes religiosos cristãos, que não querem perder privilégios que a reencarnação lhes tira. Mas aos poucos, ela vem renascendo em um ritmo tão rápido entre os cristãos que, ultimamente, ela tem deixado desconsertados os líderes religiosos contrários a ela, o que os tem feito evitar tocar nesse assunto, publicamente, com seus fiéis.

Para muitos desses líderes religiosos, sua ojeriza contra a reencarnação é porque ela prejudica seus interesses materiais. É que, entre outras coisas, eles querem que a nossa salvação passe por eles (pedágio?), e a doutrina das vidas sucessivas dá a impressão de que seus poderes, pelo menos parcialmente, seriam desvalorizados. Mas não é bem assim! As reencarnações são justamente o tempo necessário para nós evoluirmos o bastante para que possamos passar pela porta estreita, que é, segundo o maior sábio que já esteve neste nosso mundo, o símbolo da salvação!

No Brasil, o país mais católico e mais espírita do mundo, na década de 1940, segundo as estatísticas, apenas 2% da população aceitavam a reencarnação. Hoje, o número dos que creem nela chega a cerca de 90%, independente de religião, com uma grande concentração entre os adeptos do espiritismo, da umbanda, do candomblé, da quimbanda, dos índios e até dos que são sem religião, ou seja, de todos que creem em Deus e no espírito humano imortal. Aliás, muitos dos sem religião não são ateus, justamente porque descobriram a verdade da reencarnação através dos vários segmentos científicos não materialistas. E é surpreendente que, até entre os nossos irmãos evangélicos, que são mais conservadores, a crença na reencarnação tem crescido bem. Daí que muitos pastores combatem-na, ferozmente, o que acontece, principalmente, porque muitos deles têm medo de que seus fiéis se tornem espíritas, provocando queda nos dízimos que eles recebem! E muitos padres e pastores creem na reencarnação, porém, não falam nisso, publicamente, mas apenas reservadamente! Mas disse o Maior dos Mestres: “Nada ficará oculto” (Marcos 4: 22), o que quer dizer que, por mais que se queira esconder a verdade, um dia, ela chega para todos. De fato, não se consegue omitir a verdade para sempre. Como se diz, não adianta querer tapar o sol com a peneira!

Depois da crença em Deus, a imortalidade do espírito e as suas consequentes e naturais reencarnações indispensáveis à continuação da caminhada evolutiva dele, a crença na reencarnação é a maior e mais antiga entre todos os povos. É o que constatou a Universidade de Oxford (Inglaterra) que criou uma equipe, a pedido da Igreja Protestante Anglicana, para pesquisar o fenômeno da reencarnação em 212 países, cujo resultado foi que cerca de três quartos da população do nosso planeta creem nas vidas sucessivas, independentemente de religião. E o homem de Neandertal, de cerca de 200 mil anos, já sepultava seus mortos em posição de feto no ventre materno, como símbolo da sua crença de que os espíritos deles renasceriam para uma nova vida entre eles. É, pois, lamentável que teólogos tentaram e ainda tentam tirar da cabeça dos cristãos a crença na reencarnação, tão antiga quanto a humanidade, crença essa que, inclusive, é também bíblica e defendida por vários segmentos científicos!

PS: “Presença Espírita na Bíblia”, com este colunista, na TV Mundo Maior (SP).

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Os Trabalhadores a Última Hora. Deixemos de Preguiça!

1P Nisso e DireitoPENSE NISSO! MAS PENSE AGORA MESMO
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Os Trabalhadores a Última Hora. Deixemos  de Preguiça!
(Reynollds Augusto)

Sabe leitor, todos nós somos os trabalhadores da última hora, sendo preciso que trabalhemos com afinco. O mestre Jesus já disse que “a seara é grade mas os trabalhadores são poucos Continua sendo, sempre foi assim. Mas ainda dá tempo de despertar e deixar a preguiça para lá, senão não teremos “salário” ou preciso será que recomecemos. 

Há um excelente te texto de Mateus que pretendo pontuar aqui. Está em O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO:

Trabalhadores da Última Hora

1 – O Reino dos Céus é semelhante a um homem pai de família, que ao romper da manhã saiu a assalariar trabalhadores para a sua vinha…

Sabe leitor esse é o mecanismo da vida que sempre encontra maneiras de chamar a todos para o “trabalho na vinha”, ou seja, conclama os homens de boa vontade para trazer à Terra o “Reino dos céus”, que é conquista da maturidade. Isso leva tempo.

2- E feito com os trabalhadores o ajuste de um dinheiro por dia, mandou-os para a sua vinha. E tendo saído junto da terceira hora, viu estarem outros na praça, ociosos. E disse-lhes: Ide vós também para a minha vinha, e dar-vos-ei o que for justo. E eles foram. Saiu, porém outra vez, junto da hora sexta, e junto da hora nona, e fez o mesmo. E junto da undécima hora tornando a sair, e achou outros que lá estavam, e disse: por que estais vós aqui todo dia, ociosos? Responderam-lhes eles: Porque ninguém nos assalariou. Ele lhes disse: Ide vós também para a minha vinha.

Todos esses trabalhadores, que são chamados, é a humanidade. A vinha é um campo vasto de produção e quantos mais trabalhadores melhor o cultivo e a colheita e, por conseqüência, mais lucro.

Jesus tinha disso, usava o panorama das atividades sociais, da época, para ensinar as “coisas” de Deus. Só é preciso ter maturidade para entender.

A Doutrina Espírita ensina diretamente, sem o véu das letras. Então a vida, com seus mecanismos naturais, chama a todos: Católicos, Evangélicos, Espíritas, livres-pensadores, ateus.

Ateus? Sim leitor. Tem ateu que vive mais a proposta de Deus do que muitos religiosos hipócritas, “preguiçosos” que vão ás suas igrejas, Centros Espíritas, apenas passear, achando que religião é clube social e não oportunidade de crescimento e trabalho.

3- Porém, lá no fim da tarde, disse o senhor da vinha ao seu mordomo: Chama os trabalhadores e paga-lhes o jornal, começando pelos últimos e acabando nos primeiros. Tendo chegado, pois, os que foram junto da hora undécima receberam cada um seu dinheiro. E chegando também os que tinham ido primeiro, julgaram que haviam de receber mais; porém, também estes não receberam mais do que um dinheiro cada um. E ao recebê-lo, murmuravam contra o pai de família, dizendo: Estes que vieram por último não trabalharam senão uma hora, e tu os igualaste conosco, que aturamos o peso do dia e da calma. Porém ele, respondendo a um deles, lhe disse: Amigo, eu não te faço agravo; não convieste tu comigo num dinheiro? Toma o que te pertence, e vai-te, que eu de mim quero dar, também a este último, tanto quanto a ti. Visto isso, não me é lícito fazer o que quero? Acaso o teu olho é mau, porque eu sou bom? Assim, serão últimos os primeiros, e primeiros os últimos, porque são muitos os chamados e poucos os escolhidos. (Mateus, XX: 1-16. Ver cap. XVIII, “Parábola da Festa de Núpcias”.)

Tem gente que não quer entender essa passagem. Se algum advogado trabalhista movimentasse a jurisdição para que os primeiros ganhassem mais, com certeza teria ganhado de causa, não tenha dúvidas. Mas, aqui mais uma vez, é preciso extrair o espírito na letra.

Há uma explicação bem interessante do espírito Constantino que vou compartilhar com vocês:

“ O obreiro da última hora tem direito ao salário, mas é preciso que a sua boa vontade o haja conservado à disposição daquele que o tinha de empregar e que o seu retardamento não seja fruto da preguiça ou da má vontade. Tem ele direito ao salário, porque desde a alvorada esperava com impaciência aquele que por fim o chamaria para o trabalho. Laborioso, apenas lhe faltava o labor.

Se, porém, se houvesse negado ao trabalho a qualquer hora do dia; se houvesse dito: “Tenhamos paciência, o repouso me é agradável; quando soar a última hora é que será tempo de pensar no salário do dia; que necessidade tenho de me incomodar por um patrão a quem não conheço e não estimo! quanto mais tarde, melhor”; esse tal, meus amigos, não teria tido o salário do obreiro, mas o da preguiça.

Que dizer, então, daquele que, em vez de apenas se conservar inativo, haja empregado as horas destinadas ao labor do dia em praticar atos culposos; que haja blasfemado de Deus, derramado o sangue de seus irmãos, lançado a perturbação nas famílias, arruinado os que nele confiaram, abusado da inocência, que, enfim, se haja cevado em todas as ignomínias da Humanidade? Que será desse? Bastar-lhe-á dizer à última hora: “Senhor, empreguei mal o meu tempo; toma-me até o fim do dia, para que eu execute um pouco, embora bem pouco, da minha tarefa, e dá-me o salário do trabalhador de boa vontade?” Não, não; o Senhor lhe dirá: “Não tenho presentemente trabalho para te dar; malbarataste o teu tempo; esqueceste o que havias aprendido; já não sabes trabalhar na minha vinha. Recomeça, portanto, a aprender e, quando te achares mais bem-disposto, vem ter comigo e eu te franquearei o meu vasto campo, onde poderás trabalhar a qualquer hora do dia”

Eu considero, em especial, os espíritas como “os trabalhadores da última hora”, não dispensando ninguém, pois a parábola tem a ver com a humanidade. É que ela é aquele “Consolador Prometido por Jesus”, para chamar os últimos, que podem ser os primeiros, afinal o dono da vinha é generoso e “paga” bem a quem fez por merecer. É só deixar a preguiça de lado, que tem a ver com a nossa imperfeição, que poder ser combatida com consciência e muito trabalho.

PENSE NISSO! MAS PENSE AGORA MESMO.

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A Vida é Trem Bala

20170528_082837A Vida é Trem Bala

(Reynollds Augusto)

 

Sabe leitor, hoje foi a última aula do mês de maio do Cesb-Espírita. É que faz mais de 25 anos  que uma das Casas de Jesus, compromissada com a transformação moral e intelectual  da  criança ,adolescente e juventude, realiza um  excelente trabalho de Evangelização Espírita Infanto-Juvenil.

A idéia a passar  valores  morais às mentes e corações dessas garotada, com base no Código de Vivência Evangélica  de Jesus, o maior , roteiro de vida , que é o seu evangelho, tão maltratado pela ganância e interesses humanos.  A idéia é ensinar essa meninada a dzer:  “SIM, SIM; NÃO,  NÃO.

Isso tem a ver com o desenvolvimento da maturidade psicológica,  tão ausente em parcela da  juventude de hoje . O objetivo   é   preparar o futuro cidadão para   tornar-se um verdadeiro “homem de Bem”.  Essa a proposta do evangelho, a maioria do resto é “conversa fiada”.

20170528_083000Sempre antes das atividades os voluntários, os evangelizadores , os trabalhadores da  casa,  reúnem-se  para fazer a prece. Ela é um telefone direto com a espiritualidade , com Jesus, pois sempre disse que “onde estiver duas ou mais pessoas reunidas em meu nome, eu ali estarei . E essa comunicação direta é imprescindível.

Durante um período  em que  estamos por lá,   ficamos e saímos felizes, pois fazer o bem é terapia para a vida. Esse é  maior antídoto  contra a depressão e não custa nada, pois a  própria vida se encarrega de mostrar o caminho da felicidade. Quando você vê alguém sozinho, solitário,macambúzio…  geralmente é porque não é solidário.Quem é solidário nunca será solitário.  O amor é o antídoto  para os desafios da vida.

20170528_085053Somos sempre amparados pelo alto. É como diz JOANA DE ANGELIS: Através da inspiração constante e da assistência espiritual aos que trabalham no relevante mister, os Amigos da Vida Maior trazem as idéias que se convertem em programas, as técnicas que se transformam em experiências logo que aplicadas, melhor atendendo às necessidades do Movimento de Evangelização Espírita Infanto-Juvenil. Outrossim, distendem recursos terapêuticos durante as reuniões dedicadas a essa tarefa, socorrendo e amparando os que trazem marcas mais vigorosas do passado próximo, em forma de limitação, enfermidade ou alienação por obsessão e despertando os infantes e jovens para melhor compreenderem a necessidade de crescimento para Deus. Entretanto, muitos Espíritos Nobres estão reencarnados já, realizando o cometimento na condição de evangelizadores e preparadores da juventude.

PENSE NISSO!  MAS PENSE AGORA MESMO.

 

 

 

 

 

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ÁREA PERIGOSA

1P Nisso e DireitoÁREA PERIGOSA – Joanna de Angelis 0/5 (2)

  • O problema do julgamento das aparências, das atitudes do próximo e da pessoa em si mesma é sempre um cometimento ingrato, para quem se coloca na condição de juiz.
  • Exceção feita aos nobres togados pelas leis de cada país, encarregados da delicada quão difícil tarefa de exercerem a Justiça entre os homens, a fim de preservarem a ordem, a moral e a dignidade humana, pois a ninguém mais compete à insensata posição de julgador.
  • As ocorrências observadas são sempre resultado de acontecimentos desconhecidos.
  • Julgar um sucesso, quando este eclode, tomando uma posição apriorística, não deixa de ser precipitação em área perigosa.
  • Quem julga, naturalmente se crê em condição de absolver, quanto de condenar.
  • Para tal cometimento ser-lhe-iam necessárias estrutura moral e autoridade, decorrentes de uma vivência exemplar.
  • Os dados de que se dispõem nos julgamentos das atitudes alheias são sempre deficientes, e a alta carga emocional da simpatia ou antipatia pessoal responde pela apreciação do que se examina com benignidade ou rudeza.
  • O erro é sempre desvio de rota.
  • Dependendo da pessoa que nele incide, há que se considerar fatores que escapam, de natureza sócio-psicológica, econômica, moral, espiritual.
  • Quando explode uma situação ou alguém delinqüe, justo que se tenham em mente as raízes do problema que estruge, lamentável.
  • Atitude ideal será sempre a do amor.
  • A mulher adúltera, apresentada a Jesus pelo farisaísmo hipócrita, antes que uma pecadora, era vítima em si mesma, que derrapara na insensatez por vários motivos que a infelicitavam…
  • A traição de Judas resultou de ser ele um Espírito débil e obsesso que, inobstante o carinho do Mestre, não conseguiu vencer a própria pusilanimidade.
  • A dúvida contumaz de Tomé decorria da fragilidade dos seus valores espirituais em torno da reflexão e da fé.
  • Não foram julgados pelo Senhor, antes amados e ajudados com carinho, a fim de que não voltassem a reincidir, sendo outras vezes infelizes-infelicitadores.
  • Os julgamentos sobre o comportamento do próximo, antes de pretenderem ajudar, degeneram na maledicência que pretendem denegrir.
  • Não há lugar para essa situação perniciosa no coração do discípulo do Cristo.
  • O que vês suceder nem sempre é conforme se te ocorre.
  • Não precipites, portanto, apontamentos.
  • Melhor será que concedas um crédito de confiança e tenhas em bom conceito quem não os merece, pois que, se te defraudar a si mesmo se engana, do que negando oportunidade e ajuda a quem te parece sem valor, no entanto, é credor de confiança e respeito.
  • Quanto possas, evita que o julgamento dos pérfidos te apresente uma imagem negativa do teu irmão, desconhecido, armando-te contra ele.
  • Acautela-te daqueles cuja boca vã somente te envenena o coração e te perturba a mente, técnicos em acusações, pessimismos e acrimônias, muitas vezes disfarçados, habilmente sutis mas, de qualquer forma, cruéis, perniciosos.
  • Não julgues e sê generosos com todos, embora a recíproca não te seja outorgada.
  • Área perigosa, a do julgamento.
  • Unge-te de amor pelos ingratos, os fracos, os caídos, os delinqüentes, os desditosos, os perversos, nossos irmãos necessitados de fraternidade, pois que com a medida com que os julgares, assim também serás julgado e como os receberes também Nosso Pai de misericórdia te receberá.
  • (Divaldo Pereira Franco por Joanna de Angelis. In: Oferenda).

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