A Justiça na Sociedade

A Justiça na Sociedade
(Reynollds Augusto)

O Itaporanga-Net tornou-se um “fórum” que debate os mais variados temas, com posicionamentos diversos, com algumas posturas racionais e outras nem tanto assim. Reflete a pluralidade de idéias. Alguma delas com seus autores nominados e outras com articulistas que não se apresentam objetivamente, mas que deixam a sua carga de conhecimentos, de importância indiscutível. Ou seja, alguns se escondem no anonimato, para que as idéias prevaleçam, não importando a autoria, e isso é bom. Outros o fazem para denegrir e usam o anonimato ou pseudônimos para fugirem de suas responsabilidades civis e criminais e isso é mal. Mas possivelmente identificáveis.
Refletir sobre os artigos de Deon Fonseca, Jesus Fonseca, Antônio Fonseca, Ademar Brasileiro, Pedro Severino e tantos outros, que se apresentam no mural, são de grande importância para a nossa formação crítica e apreensão da realidade diversa. Refletir sobre as idéias de “Luzia”, “Edilmo”, “Zebedeu”, “Saulo”, “Lucas”, Carlos Alberto e outros tantos que se apresentam com o véu de nomes fantasia, nos faz entender, por outro prisma, nuances da mesma realidade, em que cada um tira as suas próprias conclusões e isso é bom para qualificar a democracia que não pode ser feita de uma idéia só. O segredo é escolher a melhor idéia.
Mas o artigo denominado “Sociedade Justa”, sob o números 3712, escrito por “aaa” é rico em seu conteúdo. O que ser uma sociedade Justa? A sociedade justa é o reflexo da coletividade preparada, que consegue, no mundo da relação, fazer com que cada um respeite o direito do outro. Essa é a idéia mais objetiva que temos de justiça no âmbito social.
A justiça, na verdade, é algo bem mais amplo e ganha contornos próprios uma vez que cada um possui uma idéia pessoal do que seja JUSTIÇA, que é um valor altamente considerado com base na construção pessoal de cada um, influenciado pela cultura, família, religião, forças vivas de nossas construções psicológicas.
O ser que mais nos forneceu a real proposição de Justiça foi Jesus de Nazaré ao asseverar que em meio às justiças estaduais comuns e especiais, há uma justiça superior, correspondente ao Direito Natural, como já disse Santo Agostinho, e que se realiza dia a dia em nossas vidas é por isso que todos têm a vida que merecemos, pois a Justiça de Deus é equanimente superior. Ela é o órgão máximo de cúpula universal, julga naturalmente os nossos órgãos estatais, quando não conduzem com acerto e diligência à justiça, buscada pela sociedade, em cada momento da evolução social. O poder “emprestado”a alguns será objeto de análise . Tudo está certo e tudo é reação. Por vezes a nossa visão própria e pequena da realidade faz com que nós, os desavisados, defendamos que Deus nos abandonou e que não existe mais solução para problemática humana. É engano. A fatalidade da evolução (lei natural) nos levará, pelo amor ou pela dor, ao propósito de Deus para nossas vidas que é nos induzir à perfeição relativa, pois segundo Jesus “nenhuma só das ovelhas do meu Pai se Perderá”. Não corroboro, em sua integralidade, com o alguma teorias positivistas de que a norma se explica por si mesma. A norma só se justifica, de verdade, quando ela é criada para atingir a justiça e a justiça é uma experiência social que se agiganta à medida que o ser social sabe “quem ele é, de onde vem e para onde vai após a morte do corpo físico” e essa idéia aperfeiçoada depende de tempo e reflexão.

Tudo está certo e Deus tem o devido controle sobre a vida.

O resto são quimeras

PENSE NISSO! MAS PENSE AGORA.

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