E Quando a Morte Chegar

PENSE NISSO! MAS PENSE AGORA MESMO
Bom Dia!
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E Quando a Morte Chegar?
(Reynollds Augusto)
Ela sempre nos ronda. Para alguns possuindo um aspecto horrível, para outros uma senhora distinta a retirar do palco da vida física os espíritos que já cumpriram a sua cota de responsabilidade para consigo e com a sociedade em que vive.
O corpo precisa morrer, ou melhor, devolver á mãe Terra os elementos químicos que o criador, o maior e excelente químico, utilizou para formar os nossos arcabouços físicos. Daí aquela estória bíblica que o homem veio do barro e ao barro voltará. Não tem jeito. O corpo morre, mas o espírito segue…
E nada mais fácil do que morrer. É por isso que há uma dica psicológica de aproveitamento: Viva como se hoje fosse o último dia da sua vida. E se hoje fosse o último dia de sua vida?
Fique triste não, leitor. Pode não ser ainda, o último, mas é, com certeza, menos um. A temporada por essas bandas é curta e todos nós estamos na contagem regressiva. Pode crer.
Mas há programações peremptórias que faz parte do nosso histórico pessoal e mesmo em situações tremendas em que o indivíduo tinha tudo para morrer, ou desencarnar isso não acontece, pois há compromissos maiores que devemos cumprir.
Há pessoas que não morrem em drásticos acidentes de automobilísticos, de aviões e outros desencarnam de uma simples topada.
Mas, “morrendo ou não morrendo”, continuaremos vivos, agora, sem as ilusões e experimentando o resultado do que somos, do que fazemos, pois “a semeadura é livre, mas a colheita é obrigatória”.
Há uma jurisdição universal, divina, justa a reger os nossos destinos. Por isso é importante andar na linha. A angelitude é a nossa meta.
Segundo os imortais o corpo sofre freqüentemente mais durante a vida que no momento da morte. Muitas vezes quando se experimenta algum sofrimento tremendo, a morte do corpo, ou o desencarne do espírito, é um prazer, pois o espírito vê chegar o fim do seu exílio, dizem os imortais.
Também é condição imprescindível passarmos pelo mundo das formas. Só assim cada um evolui desenvolvendo a razão e o sentimento na busca da angelitude, a meta de todo espírito. As religiões chamam isso de “salvação”, que acontecerá com todos, pois, segundo Jesus nenhuma só das ovelhas do meu Pai se perderá.
As ovelhas são as humanidades espalhadas por esse cosmo infinito. Ou você é daqueles pensam que só no Planeta Terra há vida?
Sem nenhum demérito ás favelas, o nosso planeta, em comparação aos bilhões de mundos que existem na nossa galáxia, a via láctea, é um dos menores, uma “favela”. Parece um cisco gravitando em torno do nosso sol. E, pasmem leitor, existem bilhões de galáxias. Definitivamente não estamos sós e seria muita coisa, para nada.
Itaporanga sabe que, no inicio da minha graduação em Direito, quando viajava a Sousa , de moto, para estudar – como diz o Luciano Huck, loucura, loucura, loucura!- eu sofri um terrível acidente e quase desencanava. Uma enorme pancada na cabeça, com um rombo do lado direito, praticamente abandonado ao sol…
Uma estória longa e hoje continuo aqui, mais experiente, sem as ilusões do caminho, a entender que a vida de todos, cada um no seu lugar, é missão para o aprimoramento sem fim.
Perdi o medo de morrer. Já sabia que a vida continuaria pelos livros espíritas, mas vivi a experiência de um “quase morto”, que experimentou, no plano estral, situações interessantes e que recordei ao retornar. Isso é raro.
“Morrer,” leitor, não dói. Mas medo da morte todo mundo tem, devido à insegurança de enfrentar o desconhecido e isso dá um frio na barriga. Mas é mecanismo natural o medo de morrer. É uma forma de preservar a vida. Nós só a aniquilamos, voluntariamente, quando somos despreparados espiritualmente.
Mas, com a experiência vivida, aprendi que todos devem dar mais valor as suas vidas, no corpo. Tá quase impossível retornar. Deixar as ilusões de lado, compreendendo que somos espíritos imortais, vivendo um capítulo da nossa imortalidade, que é essa vida física, sendo preciso sempre aprender mais, como, também amar mais. Essas as duas asas que nos levam ao alto, ao cume.
Não somos a posição social em que nos encontramos, nós,apenas, estamos. Somos, na verdade, espíritos imortais buscando a plenitude que é a meta de cada qual.
Daqui a pouco seremos história, mas morrer não dói e o espírito segue.
PENSE NISSO! MAS PENSE AGORA MESMO

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