Falando Direito

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(Reynollds Augusto)

Quando eu estava na academia, precisamente no Campus de Sousa, na cidade Sorriso, a cidade respirava “Direito”. Uma bela juventude oriunda de todos os quadrantes do país, como também do estrangeiro, o espírito era, por assim dizer, “jurídico”. Até as piadas eram jurídicas. Advogado, juiz, promotor, delegado, foram ironizados na boca da linda estudantada.

As festas, os trotes, eram próprios de uma diversidade de estudantes originários de todas as regiões. Por assim dizer, bem Brasil, bem plural, feliz.

Na minha sala, gente de Petrolina-Pe, do continente Africano, região que contribuiu excelentemente á nossa formação cultural e de raça. Esse povo foi explorado pela ganância dos homens, mas se irmanaram à nação, formando uma fortaleza de raças. É O NOSSO LINDO BRASIL!

Como nada fica para permanecer e tudo existe para mudar e isso é lei da vida, outro dia fui, com a família, visitar o “Parque dos Dinossauros”. Um lugar mágico, especial. E pensar que ha milhões de anos inúmeros tipos de dinossauros, com os mais diversos nomes estranhos possíveis, estiveram por ali. Vivendo, sobrevivendo, antes que a ordem natural, impulsionadora do processo evolutivo, pudesse “escolher” uma espécie, para que o espírito humano pudesse encarnar pela primeira vez e começar a sua “saga”. A “saga” do aperfeiçoamento pessoal, intrasferível, na busca do aprimoramento da razão e do sentimento que promove à luz.

Eu amo o Direito Social. Sem querer, querendo, como já disse o filósofo da criançada, eu influenciei as minhas duas filhas gêmeas a “fazerem” Direito. No início foi complicado, pois o adolescente, e isso é natural, não sabe o que quer. Estão buscando. Fizeram o vestibular e ambas conseguiram vagas no Curso de Direito. Saíram do colégio e continuaram de imediato a estrada. Hoje discutimos temas na área. Estão começando a raciocinar juridicamente, apesar de no primeiro período, que em minha opinião, são importantes cadeiras, de base, para se entender a importância do Direito que existe para promover o equilíbrio a o ajuste social trazer a felicidade.

O Direito na academia é diferente, é teórico, é mágico. No mundo dos fatos ele perde a sua pureza e se mistura com os interesses egoístas e políticos, próprios do ser humano. Se o intérprete, o aplicador, não tiver um preparo pessoal e entender para que ele veio, faz bobagens. Gera desconfianças. 

O Direito tem como objetivo maior:

a) Construir uma sociedade livre, justa e solidária,

b) Garantir o desenvolvimento nacional,

c) Erradicar a pobreza e a marginalização e reduzir as desigualdades sociais e regionais

d) Promover o bem de todos, sem preconceito de qualquer natureza,

Esses são os objetivos do Brasil, que na verdade indicam que o Estado nasceu para trazer felicidade ao seu povo. Está na Bíblia do cidadão: a constituição.

Eu sou, naturalmente jusnaturalista e sei que existe um Direito anterior, preexistente, que originário da causa causal de tudo, inteligência Suprema do Universo e que regula as nossas vidas. Tem gente que pensa que “ele” está cochilando, mas no momento certo todos encontrarão o seu norte. Somos imortais utilizando um corpo mortal, se despedindo de nós a cada dia.

As outras escolas, de conceituação do Direito, também estão certas. São focos de entendimento. O Direito é amplo e ainda não compreendemos a sua importância metafísica. Isso leva tempo. Somos “primitivos”.

As minhas garotas estão felizes. Vão fazer os seus “primeiro” artigo científico.

A conversa tá ficando boa.

PENSE NISSO! MAS PENSE DIREITO.

 

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