O Direito de Deus

PENSE NISSO! MAS PENSE DIREITO.

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PENSE DIREITOO Direito de Deus

(Reynollds Augusto)

 Não há mais nada misterioso do que a vida. Por mais que você tente defini-la, com precisão, é um alcance inatingível, nesse momento. Tudo isso porque somos, ainda, espíritos atrasados, apesar das conquistas da ciência, que na verdade, não representam muito, diante do oceano desconhecido, por navegar.

 Somos crianças chupando pirulitos, egoístas e orgulhosos, achando que sabemos de tudo.

 Mas, os imortais responderam a professor Kardec, que tivemos começo e não teremos fim. Somos imortais; Deus, diferente, é eterno, pois não teve começo e não terá fim. É a causa. O princípio. Difícil refletir em torno dessa assertiva. Difícil entender como um algo existe sem ter começado. Mas, é isso mesmo.

 Esse “negócio” de dizer que Maria é mãe de Deus é uma grande bobagem, resultado das construções humanas, que ainda se sustentam pela dogmática irracional. Dizer também que existe alguém na terra infalível é outra grande bobagem, demonstra o desconhecimento das questões espirituais.

 Quando estava na academia, estudando o direito social, amava as cadeiras preliminares, a filosofia, a sociologia do direito, que demonstravam como surgira o Direito, que é fenômeno social.

 O positivismo jurídico, apesar de ser conseqüência da sociedade em determinado momento, nunca conseguiu atingir, com precisão, a idéia de justiça, que deve ser a busca constante do operador ou operário- expressão mais condizente- do direito.

 Direito que não busque a justiça é um engodo. Daí a importância na maturidade do aplicador do direito, sob pena de engessarmos realidades diversas. Essa formação humanística do juiz é importante, dando cada um o que é seu na medida da sua responsabilidade.

 Mas, ai da sociedade sem as leis.

 O Espírito do Estado de Direito é a Constituição, que se aperfeiçoa, com o aperfeiçoamento do homem. Uma descrição bem elementar da constituição é que ela é Lei Fundamental e suprema dum Estado, formando os poderes públicos, governo, distribuindo competências, elaborando princípios, cuja carga de efetividade deverá ser sempre bem maior que as leis, estabelecendo direitos e deveres dos cidadãos.

 Nessa ordem, os deveres são mais importantes, pois formam a vida social equilibrada. Todo mundo busca os seus direitos, mas poucos querem cumprir os seus deveres, inclusive o Estado.

 Mas há um Direito anterior, tão perfeito quanto o seu criador. É o Direito de Deus que rege a vida e para isso basta observá-la. As diferenças, as aparentes injustiças, são resultados do livre arbítrio do espírito, que viaja no túnel do tempo rumo ao infinito.

 “Há uma ordem dentro da desordem”. Deus não está cochilando.

 O Livro dos Espíritos discorre muito bem dessas leis, na sua terceira parte:

Lei de adoração.

Lei do trabalho.

Lei de Reprodução.

Lei de Destruição.

Lei de Conservação.

Lei de Sociedade, de onde vem o nosso Direito Social.

Lei do progresso.

Lei de Igualdade.

Lei de liberdade

E a mais importante: Lei de Justiça, amor e de Caridade

 Dê uma olhada leitor. É o conjunto das Leis divinas ou natural. As leis de Deus.

 PENSE NISSO! MAS PENSE DIREITO.

Seja esperto. Espie:

http://www.espirito.org.br/portal/codificacao/le/index.html

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