Itaporanga

23 de janeiro às 12:27 · 

 ITAPORANGA

Vinte anos! É isto mesmo! Vinte anos que não via a minha terra! Senti bater forte o coração quando o carro, que nos conduzia, dirigido por João Dehon, fez a curva mais ou menos à altura do Ginásio D.João da Mata, indicando o perímetro urbano! Estava dentro de Itaporanga, após longa data. Que bom!

Ali encontrei amigos e familiares que não via há muito tempo! Até meus primos, que pregam a palavra de Deus, Reynolds e Carlitinho (Pastor Augusto) estavam ali e eu lhes dei um presente, a palavra de Jesus. Brincadeira à parte, foi uma visita proveitosa ao velho Torrão natal. Fiquei maravilhado com o crescimento da cidade, mas, ao mesmo tempo, senti um pouco de melancolia por não ver mais minha Itaporanga da infância e juventude. Que fazer? É a força do progresso!

Senti-me um estrangeiro em minha própria Terra. Ruas e mais Ruas com as casas completamente modificadas. O que foi feito da minha 5 de agosto? Todas a residências deram origem a outras completamente diferentes, pelo menos no que diz respeito à fachada, até a plaquinha que dava nome à Rua, 5 de agosto, foi rebatizada! Alguém na Roma antiga, por certo, diria: Tempus inexorabilis est! Non misereatur! – O tempo é insensível! Não tem misericórdia! Num trocadilho, posso dizer, não havia mais Misericórdia.

Parabéns a Paulo Rainério que enriqueceu a pobre comemoração do sesquicentenário do Município com o seu grandioso Mural, no Atlântida Clube, expondo muitas raízes da Itaporanga de outrora! Sentimentalmente, foi uma viagem muito proveitosa à Paraíba! Pude rever e abraçar muitos conterrâneos, muitas conterrâneas que a muito não tinha oportunidade de vê-los, hoje, quase todos, Pais, Mães e até Avós e Avôs. Fiquei feliz em me sentir mais um deles! O lançamento do Livro Biu de Dedé, foi um sucesso, tanto em João Pessoa, como em Itaporanga!

Parabéns a Tõin Fonseca não só pelo Escrito, mas também, pelo evento em si que serviu de Elo, de reaproximação da Família Itaporanguense, numa formidável reintegração de nossa Comunidade! Parabéns ao Presidente e a toda Diretoria da ASFITA que estão conduzindo nosso Clube, que na verdade é Itaporanga no seio de João Pessoa, com garbo!

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“O que é isso dotô?!”

PENSE NISSO! MAS PENSE AGORA MESMO

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So-sei-que-nada-sei“Que que é isso seu dotõ?!”

(Reynollds Augusto)

 O idioma português é riquíssimo e não há língua mais bela. Uma derivação do latim. Segundo os estudiosos ela veio de uma mistura do latim vulgar, variante da língua romana, e do galego, da Galícia. Os povos, as culturas, as maneira de falar, realizaram transformações na língua. No Brasil essas transformações foram influenciadas pelos povos africanos e também pelos indígenas.

 Uma interferência cultural interessante é o chamado “Nordestinês”.  O “Nordetines” paraibano é muito criativo. Coisas como não ficar solteiro, mas, “solto na bagaceira”; não ir embora e sim “pegar o beco”; não tomar um “drink’, mas “tomar uma”, uma “lapada’. E essa “uma” nunca fora apenas uma dose , mas sim um milhão de doses. Eu deixei de tomar “uma’ cedo. Ainda bem.  E Por aí vai…

 Mas quem sabe falar ou escrever um português autêntico , fiel e belo é a veneranda Joana de Angelis. Que compreende bem de  sinonímia, concordância perfeita e tudo mais , utilizando sempre de palavras novas, ricas e não percebidas no dia a dia. Queira saber, leia os livros da grande Joana. Você vai ver. Um show de consciência e psicologia cristã.

 A mentora espiritual do “Paulo de Tarso” dos dias atuais, Divaldo Franco, que quando fala, faz-nos viajar, sem sair no lugar, no mundo das maravilhas, do ideal, como diria o grande pensador grego, Sócrates, já passou por essas plagas, experimentando vários momentos na formação da sua individualidade. Sempre reencarnou no seio da nossa querida irmã igreja católica, defendendo o pensamento Crístico, ao ponto de dar muitas das suas reencarnações, ou vidas físicas, algumas vezes, na defesa da sua igreja. Hoje, complementa, com riqueza própria, a Codificação do missionário Allan Kardec.

 Certo dia um repórter perguntou ao Divaldo porque Joana escrevia tão difícil, do habitual. Ele falou, mais ou menos, que a cultura faz parte do seu psquismo pessoal e que não consegue fazer diferente. Que ela “em vez de baixar, ajuda-nos a subir”. Isso é primordial para o desenvolvimento do ser humano. Eu que não sou bobo, ao lê-la, sempre estou com um dicionário ao lado e anotando tais palavras. E muitas vezes só encontro os sinônimos  na net, pois nem os dicionários as possuem.

 Tão rica como a linguagem de Joana  é a linguagem jurídica. Mas  aí está apenas o tecnicismo, não usual no dia a dia. Quando estava na academia  havia um movimento para que os magistrados, promotores, utilizassem um escrever objetivo, claro, sem o verniz da técnica, sem tanta pompa, pois as decisões são para os jurisdicionados e em muitos casos, nem os operadores, ou operários do direito – melhor dizendo-  sabem o que o juiz escreveu e aqui para nós, nem eles. Hoje com  essa onda do “Ctrl V e Ctr C”  o negócio está uma “bagaceira”.

 Mas,  surgiu um neologismo criado pelo escritor espírita e bancário aposentado Richard Simonetti. Admiro muito os seus textos. Essa palavra não se encontra, ainda, nos dicionários, é o chamado “Espiriteiro”. Uma espécie de espírita, sem ser espírita, ou cristão,sem ser cristão. Jesus tratou desses quando dizia que “ muitos escutam, mas não ouvem; olham, mas não vêem”. Ou como disse o professor Kardec, no Evangelho Segundo o Espiritismo, no capítulo XVII: “ Nalguns ,ainda muito tenazes são os laços da matéria para permitirem  que o espírito se desprenda  das coisas da Terra ; a névoa que  os envolve tira-lhes a  visão  do infinito…”

 É bom dar uma espiada.

 De uma forma ou de outra a linguagem do espírita sempre será a do amor, do conhecimento. Com dicções ‘pobres’ ou ‘ricas’, o nosso objetivo é a busca da verdade, como disse o professor e mestre Jesus, o de Nazaré.

 Mas, “é fácil escrever difícil o difícil é escrever fácil”

 PENSE NISSO! MAS PENSE AGORA MESMO.

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Um Ano Sem Corrupção?

PENSE NISSO! MAS PENSE AGORA MESMO
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UM ANO NOVO SEM CORRUPÇÃO? Perguntas
( POR IARA DA SILVA MACHADO)

A palavra corrupção, substantivo feminino, derivada do latim corruptione, significa o ato ou efeito de corromper; decomposição; putrefação. Devassidão; depravação; perversão; suborno (fig)*.

Quando se pensa na palavra corrupção parece que modo mais imediato estar-se falando de aspectos sociais, políticos ou similares, alguma coisa externa e de certa forma distante de nós.No entanto, a energia da corrupção antes de ser manifesta através dos atos está ancorada na mente do individuo e impregnada nos sentimentos.Assim, a perversão ou alteração de uma palavra colocada no seio do lar entre familiares que estão estagiando na reparação espiritual, que movimente danosamente a vida de uma das partes é um ato corrupto.

Seguindo esta linha de raciocínio perguntamos: Qual conduta se está assumindo neste ciclo novo (2015) que venha alinhando o Ser a ações mais próximas da verdadeira cristandade?

Ter coragem moral de se perguntar: Onde estou me corrompendo? Onde quero melhorar? Qual ato posso exercitar para minimizar a corrupção no mundo?

Na obra Tua Casa*, Ayrtes traz uma bela alusão sobre as Mãos, dizendo assim:As mãos podem ser o instrumento do amor, do carinho e da fraternidade; elas podem e devem empenhar um papel em tua vida; de maneira a engrandecer os teus sentimentos. Elas são sensíveis ao teu comando. Deves dar direção proveitosa aos teus gestos. As mãos dos santos são instrumentos de Deus, na grandeza da caridade que eles falam e vivem. (1997, p.81)

.Desse modo, chamamos a atenção para a construção da honestidade interior nos mínimos atos do cotidiano, melhorando a ação individual, suavizando o psiquismo individual, para daí, somando esforços de indivíduos, famílias, comunidades, regiões, se possa visualizar o arrefecimento da corrupção externa, que é o somatório das perversões individuais. A psicosfera poderá ser melhorada dia a dia com a vontade firme de cada um.

Ayrtes* ainda afirma:Conheceremos o teu caráter pelo que fazem as tuas mãos; conheceremos a tua índole pelo trabalho delas; conheceremos os teus sentimentos pelo que elas fazem (…) As tuas mãos vieram com o direito de servir à causa do bem comum e elas podem fazer muito, desde que a mente que as comanda já conheça e pratique a educação moral e espiritual, fale do bem e viva a fraternidade, diga da caridade e viva o amor. (1997, págs. 81-82).

Cuidando dos pensamentos, sentimentos, palavras e atos diários, buscando o norte deixado pelo Cristo Jesus, na sua passagem celeste por este planeta, estaremos todos e todas unindo forças da paz, lucificando as trevas da própria ignorância, não julgando atos alheios de quem quer que seja, pois a justiça humana e divina está atuando o tempo todo, e enquanto a humana é sujeita a falhas, a divina é incorruptível.

Sigamos operando na causa do amor para vir construindo um ano novo, primeiramente interior, que venha se manifestando para quem tiver olhos de ver, veja e potencialize a limpeza psíquica, a lucidez mental e a verdade da alma que vem escolhendo a autocura da incorruptibilidade

Um ano novo sem corrupção para todos nós!Assim seja!

*Maia, João Nunes/Ayrtes. Tua Casa. Fonte Viva, 8ª Ed. 19

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A Questão do Desapego

minha-vida-na-outra-vidaA Questão do Desapego

                ( Cláudia Bandeira)

     
                   Um assunto que tem me chamado a atenção ultimamente é a questão do desapego. Como somos apegados às coisas e às pessoas… Como sofremos quando perdemos um alguém querido… É como se parte de nós fosse junto com o outro alguém e provamos o gosto amargo que deixa a dor de uma separação… A verdade é que somos péssimos perdedores e por isso pagamos um preço alto, o fim da ilusão de posse! A posse é ilusão do ego.

Certa vez, na nossa reunião de quarta-feira, educação dos Sentimentos, uma amiga me chamou numa conversa reservada e me falou da sua dor. Ela tinha perdido uma pessoa muito querida e aceitar esse fato estava lhe custando muito. Como espírita, falei-lhe o que deveria falar, o que havia aprendido com a religião, mas como pessoa frágil que sou, disse o quanto estamos despreparados ainda para as perdas.

Não é fácil ver alguém que amamos se despedir assim, sem mais nem menos, sem um aceno de adeus, uma palavra, um depois…

Desde que o mundo é mundo sabe-se que a morte existe, que ela faz parte da vida, mas não nos acostumamos ainda com o vazio deixado por alguém depois que se vai.

O psiquiatra suíço Carl Jung já dizia que aceitar a vida é aceitar a morte, pois as duas coisas fazem parte da vida. Do berço ao túmulo, uma abre e a outra fecha o ciclo da existência terrestre. Mas, por que falar de morte ainda é tão difícil? Porque não estamos preparados para as perdas. Como seres gregários que somos, temos dificuldades em desapegarmos de algo ou de alguém, embora na vida sofrêssemos muitas perdas. A primeira é quando percebemos, ainda bebês, que não somos nossa mãe, que aquele ser maravilhoso que nos alimenta, nos acolhe, nos abriga, é um ser distinto de nós… sofremos perdas quando se vãos  os primeiros dentes de leite, quando o bichinho de estimação morre, quando deixamos o aconchego do lar para irmos à escola, quando recebemos um “não” como resposta, quando o melhor amigo vai morar em outra cidade, quando não obtemos o êxito desejado naquela prova a qual nos desvelamos para tirar boa nota… e, claro, quando numa paixão sentimos a negação do bem querer, nos sentimos rejeitados… Que perda! Pior do que isso, acreditam muitos, só o prejuízo da morte.

Em algumas dessas situações nos sentimos imensamente tristes, em outras, frustrados. A vida nos traz muitas situações de perdas e nem sempre sabemos aceitar o que nos foi tirado. Essa atitude causa, muitas vezes, terrível sentimento de revolta e então sofremos duas vezes: a perda e a revolta.

O grande filósofo Univérsico, Huberto Rohdem, nos diz em seu livro “Por que Sofremos”” que há entre os sofredores três classes: Os revoltados, os resignados e os regenerados. “Os revoltados assumem atitude negativa em face do sofrimento, que, por isto, os leva à frustração. Os resignados toleram em silêncio o inevitável, ficam numa estagnação neutra, já os regenerados assumem uma atitude positiva em face do sofrimento servindo-se dele para sua maturação espiritual.”

A verdade é que a aceitação de perdas vai depender muito da nossa evolução espiritual, quando finalmente entendermos que no universo nada se perde, tudo se transforma, como já nos dizia um velho axioma, entenderemos que nosso sofrimento é passageiro.

Não estou sugerindo que não deva haver sofrimento, dor, choro e até puxão de cabelo, nada disso, esses sentimentos são próprios do ser humano e não evoluiríamos sem esses “traumas”, esse choque de realidade é que nos impulsiona para frente, nos torna mais forte para certas circunstâncias que certamente aparecerão na nossa vida.

O ideal seria que estivéssemos sempre preparados para os imprevistos, já que o nosso mundo exterior está repleto de causas inevitáveis, de atitudes inevitáveis e de perdas inevitáveis, a maneira que passamos a enxergar essas inevitabilidades é que faz a grande diferença.

* Cláudia Bandeira. Texto discutido em  Reunião de “Educação dos Sentimentos, que acontece todas as quintas no Centro Espírita Jesus de Nazaré, pelas 20 horas. Estamos tratando do epísódio: “Morte”

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Os Destinos Se Cruzam

10858411_633166643476927_6471251962713097165_n (1)PENSE NISSO! MAS PENSE AGORA MESMO
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Os Destinos Se Cruzam 
(Reynollds Augusto)

Na vida não há propriamente fatalidade e sim reação. Todos nós estamos envoltos da lei natural, que a todos abrange e que dita o destino de cada qual. É a “Constituição Material de Deus”, a lei de causa e efeito, que ninguém consegue fugir. Está escrito na consciência de cada criatura e na hora do “julgamento” não há como se esconder ou fugir de si mesmo. Está lá “todo o processo”, devidamente instruído e com cem por cento de acertos, sem temeridades.

Isso me fez relembrar do meu irmão médico, Ernani Diniz, que hoje mora lá para as bandas do Recife: Rey, “quando eu desencarnar (morrer), assim que despertar no mundo dos espíritos e eles me apontarem o lugar para onde eu deva ir, não vou nem discutir, abaixo a cabeça e sigo feliz. Está tudo certo”.

E eu também.

Jesus, o mestre dos mestres, nosso guia e modelo, foi quem disse isso: a cada um segundo as duas obras e para sair daqui, do Planeta Terra, é preciso pagar o último ceitil. E para isso, “tome reencarnação”, pois é “preciso nascer de novo”. Uma existência de cem anos é um segundo no relógio da eternidade e não dá para nada. Ainda bem que somos imortais e fomos criados para aperfeiçoar o sentimento e a razão. É isso que é “salvação”.

A morte do corpo físico pode ser considerada uma fatalidade, ninguém dela fugirá, mas é fatalidade para o corpo, que precisa devolver á mãe Terra os elementos químicos que tomou emprestado, ou melhor, que Deus tomou emprestado para sua formação.

Se bem que emprestado não é bem o termo, pois “ele” é a causa causal de tudo. E não há propriamente morte, pois o corpo servirá de esteio para formação de outras vidas, pois na natureza nada se perde tudo se transforma como disse, acertadamente, o químico francês Lavoisier.

Alias não se faz mais francês como antigamente.

Mas, eu estou divagando muito e nem é disso que quero “escrevinhar”. É que o pensamento corre solto e ele é preciso domar. Deu até para rimar.
Mas, hoje eu fui ao enlace matrimonial de Ivan e Dalvani, no sítio Olho D’água, da cidade de Ibiara. Ela de Bonito de Santa Fé e ele de Ibiara. A “parentada” da minha esposa estava toda lá. Um povo bonito, gentil, feliz.
Festa de casamento no sítio é de arromba. Tem-se de tudo e mais um pouquinho e os donos da festa só permitem a despedida dos convidados na última galinha, e de capoeira. Mas ou menos isso.

Mas, eu gostei mesmo foi da cerimônia de casamento. É um momento social-religioso bonito, com palavras acertadas do sacerdote que conclama o casal para uma vida feliz. Uma bela capela ornamentada com as cores do meu sertão simples, mas feliz.

O sacramento do casamento para os nossos irmãos católicos é importante. É o marco de uma nova etapa de vida. Bem sabemos que a união se dá com o amor verdadeiro, depurado, cúmplice da relação consciente. A cerimônia é só uma ritualística. Como o padre disse: “nós não nos casamos para se juntar, quem se junta são os animais…” Se une se casa, para fazer a felicidade acontecer. É a formação de duas vidas em “uma única vida”, com respeito ás diferenças pessoais. A caminhada fica menos dura.

Na Doutrina Espírita nós não temos sacramentos, rituais. A proposta é mais de fundo, espiritual. Mas, como a união à minha amada aconteceu em tempos difíceis, que não cabe aqui publicitar, e o nosso casamento se deu tão somente no cartório, com a linda juíza Doutora Túlia, cujo contato perdi e duas amigas, testemunhas; ao completar 25 anos de casados, vou casar-me novamente, reforçar os votos, fazendo uma festa aos amigos, pois estou devendo.

A cerimônia será na área de lazer do meu amigo “DÉ”. As damas de honra serão minha filha Julliana e a minha sobrinha, Maria Vitória. O “celebrante” vou convidar o meu irmão EDUARDO MAIA, lá de João Pessoa, que a convite da nossa querida Vera, “fez o casamento” na Praia, da minha princesa UIRA, que linda me fez chorar. Com belos textos contidos de “O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO” e mensagens espíritas dos imortais em torno do casamento. Não será um casamento com aquela “pompa havaiana”, mas será uma cerimônia feliz, com os amigos do coração. Quem sabe dará certo? Se sim, faço os dos 50 anos.

Não Será um casamento Espírita, pois definitivamente, não existe. Mas será uma cerimônia de Espírita, com os amigos, irmãos, parentes… Todos presente, para juntos comemorarmos um casamento que deu certo.

Felicidades a Ivan e Dalvani.

PENSE NISSO! MAS PENSE AGORA MESMO.
www.pensenisso.itaporanga.net

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Nada Fica Para Permanecer

cronoPENSE NISSO! MAS  PENSE AGORA MESMO

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Nada Fica Para Permanecer

(Reynollds Augusto)

 O amigo leitor já pensou em torno do tempo?

 Ele provoca mudanças inimagináveis. Tudo muda a cada segundo e nada fica para permanecer.  Aqui mesmo em Itaporanga, na comemoração dos seus 150 anos, fui dar um giro pela comuna e descobri que parece que estou morando em outra cidade.

 A paisagem física mudando, a paisagem humana sendo substituída a cada ano. Praticamente “moramos com forasteiros”. É que eu conheço pouca gente da minha geração. Os novos filhos estão reencarnando para dar continuidade ao processo evolutivo pessoal, que as religiões apelidam de “salvação” que nada mais é do que evolução.

 Faço minhas as palavras de um dos pais da igreja católica e que foi um dos responsáveis por trazer ao planeta a Doutrina Espírita, que é Jesus de Volta:

 “Que é, então, o tempo? Se ninguém me perguntar, eu sei; se desejo explicá-lo a alguém que me pergunte, não sei mais. (Agostinho, santo, 1952)

 Mas o passado está dentro de nós, no profundo do ser, no HD sem limites da alma. Temos um mundo pessoal, íntimo, cheio de sonhos, perspectivas, medos. Somos ricos de existências milenares, adormecidas. Viajamos, no carro do tempo, a imortalidade, pois somos em essência imortais.

 Não sou apenas Reynollds, esse cabra bonito, feliz, com esse CPF, Rg. Isso é uma faceta da minha individualidade, que representa a soma das minhas existências pretéritas, no profundo da cada ser.

 Há psicólogos que usam a Terapia da Regressão de Memória para nos situar no passado. Nas existências anteriores, pois vida só se tem uma.  É desaconselhável para quem não extrai o sentido espiritual da terapia. O esquecimento é dádiva de Deus. Mas, é por pouco tempo, pois estamos na contagem regressiva e já, já, teremos que retornar á verdadeira casa.

 Lembrei-me do poeta: “A ruína me ensinou a refletir assim: que o tempo virá e arrebatará o meu amor. (Shakespeare, William, 1952)

 Você se lembra de Cronos, da mitologia grega? que siginifica tempo ou até o impossível. Os gregos deram uma contribuição grande às reflexões. Não se fazem mais gregos como antigamente.

 Cronos era filho de Urano e Gê (Céu e Terra). Seus pais, disseram a ele (Cronos) que os seus próprios filhos o destruiriam. Cronos, cabra medroso, á medida nasciam  devorava um a um .

 É um pouco parecido com o artigo. O tempo destrói tudo.

 Mas, se assuste não. O tempo não destrói você, espírito, que é imortal e que tem a eternidade para evoluir, se “salvar”.

 Vamos viver a proposta de outro grego, Aristóteles, o hoje, o agora, a partícula indivisível do tempo, que está enraizada entre o passado e o presente é a vida. É hoje que você tem que ser feliz. Dizer aos seus do seu amor. Aprender, sentir ,amar.

 Itaporanga hoje está melhor. Mas não mais do que o ontem, passado, dos amigos de infância, do colégio, da rua Pedro Américo,  da vida subjetiva de cada um.

 O tempo é hoje.

 PENSE NISSO! MAS PENSE AGORA MESMO

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Qual é o Seu Livro Sagrado?

b_sagradosQual o Seu Livro Sagrado?

                                                                                                                         (Reynollds Augusto)

 

Nós sabemos que a verdade não  é propriedade de ninguém e que ela é conquista da maturidade pessoal, que não acontece numa “vidinha” de 100 anos, que mais parece um minuto no relógio da eternidade.

 Jesus, o mestre dos mestres, pedagogo por excelência, já dera a dica para libertação: “Conhecereis a verdade e ela vos libertará”.

 E ela está disseminada, em parcelas, nos livros da vida, das culturas, dos povos. A grande verdade é que não pode haver verdade nas coisas que divergem, pois assim sendo não há verdade. Desculpe-me o trocadilho.

 “São muitos os livros ditos sagrados das religiões, espalhadas pelo mundo e cada um deles toca um pouco na verdade natural, que obra de Deus, percebida por poucos nessa “astronave” que chamamos de Terra”.

 Todos teriam sidos revelados por profetas, que são os médiuns de hoje, sérios, pois tem alguns que estão enchendo os bolsos com obras ditas “psicografadas, sem conteúdo reflexivo, que norteiam os desavisados.

 “Caríssimos, não acrediteis em todos os Espíritos, mas provai se os Espíritos são de Deus, porque são muitos profetas, que se levantaram no mundo. (João, Epístola I, Cap. IV: 1)

 Você já viu um espírito?

 Já. Todos os dias. São bilhões no planeta, encarnados.

 Claro que limitado pelo véu da carne, ou do corpo, mas em processo de aprendizagem.  Os que partiram para o mundo espiritual, pela morte, ou desencarne, a nossa verdadeira casa, não tem nada diferente de nós. Somos nós, desvestidos do corpo físico, mas com um corpo espiritual, o que não é nenhuma novidade, pois lá na Bíblia, dita sagrada, pelos Judeus, já tem essa parcela da verdade: “Semeia-se corpo animal, é ressuscitado corpo espiritual. Se há corpo animal, há também corpo espiritual.

 Os cientistas estão descobrindo algo “novíssimo”: Há vida após a morte. (eh,eh,eh)

 Mas, é assim mesmo. A ciência só evolui quando o cientista evolui. Esses casos catalogados de pessoas que presenciaram as suas cirurgias e tudo, que está acontecendo no ambiente hospitalar, nada mais são do que os corpos dos espíritos, perispíritos, que são bem sutis, na dimensão da verdadeira vida. Estão afastados, mas, ainda, não desligados do corpo físico por completos. Como disse o corpo espiritual  é feita de energia sutilíssima,  diferente o corpo somático, que é energia concentrada,mas grosseira, e  eles presenciam tudo.

Eu já passeio por isso. É meio estranho.

 Mas, para nossa cultura, a Bíblia seria o nosso livro sagrado, com um incremento, anexamos o Evangelho do Judeu Jesus, o homem mais perfeito que Deus mandou por essas bandas. Os Judeus não o reconhecem. Até acreditam que o mestre tenha sido mais um dos profetas. A gora dizer que fora o enviado para restabelecer as coisas, vai muito longe.

 Há outros livros, ditos sagrados, que também tratam de parcelas das verdades. Só para mencionar os maiores: Bramanismo, Mahabharata; Cristianismo; Bíblia; Hinduismo. Vedas; Islamismo, alcorão. Judaísmo, Torá, sem o evangelho; Espiritismo: a bíblia e a Codificação Espírita do professor Kardec; Sikhismo. Guru Granth Sahib; Zoroastrismo, Zend Avesta; Fé Bahá’íKitáb-i-Aqdas

 Mas, ela está por ai. Espalhada pelo mundo. Como a verdade é pontual e depende da maturidade de cada qual, pois segundo Jesus: Muitos olham e poucos vêem, escutam e poucos ouvem, só o tempo que não existe, poderá nos ajudar. Afinal, “nenhuma só das ovelhas do meu Pai se perderá” (Jesus).

 Eita, no final deu até para rimar.

 Mas, eu fico com os Espíritos que ajudaram a trazer ao mundo a Codificação Espírita, terceira revelação, que é Jesus de volta.

 Questão 621: Onde está escrita a Lei de Deus.

Resposta: Na consciência de cada criatura.

 

Disse tudo.

 

PENSE NISSO! MAS PENSE AGORA MESMO

 

 

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Danilo e Daniel

DSC02706Danilo e Daniel
 (Reynollds Augusto)

 

Danilo e Daniel, que não é dupla sertaneja, são dois garotos conscientes dos seus papeis na vida e são como nós, buscadores.

Conhece-se a árvore pelos frutos e uma “árvore má, não pode dar bons frutos”. Esses dois frutos vieram de duas grandes e boas árvores.  Do meu amigo e irmão duas vezes, de ESPIRITISMO e de MAÇONARIA, “VANDER” e a grande MARIA IZABEL, mulher de fibra, que sempre criou essa garotada com firmeza e amor.

Ontem, no Centro Espírita Jesus de Nazaré, de Itaporanga fiquei emocionado com essa garotada. Duas falas importantes. Daniel, em exórdio, tratou da música em nossas vidas, por ser terapêutica e DANILO tratou do suicídio, não apenas físico e sim o moral, que é pior. As duas falas serão levadas ao ar, amanhã (segunda, dia 22.12), ás 17 horas, na Rádio Boa Nova FM de Itaporanga, no seguinte endereço: http://www.boanova87.com.br/

Não seja besta de perder.

Mas, a música faz parte de nossas vidas e todos têm uma trilha musical. Eu, especialmente, fico sensivelmente impactado, quando ouço duas músicas que fizeram parte da minha adolescência, que os anos não trazem mais. Glory of love, de Peter Cetera e “Sapato Velho” do grupo roupa Nova.

Se emocione, “cabra” “vei”: http://youtu.be/axSlMfTaiJQ. http://youtu.be/mC8L7YuUvW4

Daniel tratou bem da música em nossas vidas e o fez focalizando a música espírita que enlaça, emociona, liberta e nos mostram saídas.

Depois foi a vez do DANILO, que tratou do suicídio moral e físico, contou experiências pessoais e mostrou que sempre tudo que nos acontece cabem certinho em nossas vidas e que nos surgem como oportunidades de crescimento espiritual, afinal tudo passa, experiências boas e ruins e termina ficando o nosso crescimento.

Guardar ódio, rancor, mágoa é uma grande bobagem. São lixos mentais e espirituais que prejudicam a nossa caminhada, gerando até doença psico-somática.

Uma bela noite de festa espiritual com os dois irmãos. A dupla da consciência, que não é sertaneja, mas são do sertão.

PENSE NISSO! MAS PENSE AGORA MESMO

 

 

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Vidas, Que Alimentam Vidas.

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Vidas, que alimentam vidas
(Reynollds Augusto)

Estamos chegando a mais um fim de uma etapa, para começarmos outra, e outra, e outra… até chegarmos á “salvação”, apelidada pelas religiões; que nada mais é do que evolução, levando os espíritos, eu e o leitor, a atingirmos a perfeição máxima, ao longo das reencarnações, que também são etapas.

Todo mundo sabe que muitos estão juntos, mas não estão verdadeiramente casados, pois casamento é a união permanente de dois seres, masculino e feminino, vinculado na afeição mútua, que é sentimento próprio dos seres maduros.

Ontem, mais o fim de um ciclo aconteceu, no dizer da facilitadora Cláudia. Educação dos Sentimentos não apenas se juntou com Filosofia Espírita, mas sim se casaram. Foi uma noite especial, de reflexão, de trato das questões existenciais, experiências vividas por cada um, na elaboração desse livro pessoal, com histórias de felicidades, dores, desafios, movimento, que por conseqüência é depositado na biblioteca da vida, graciosidade de Deus, para o aperfeiçoamento dos seus filhos.

O sentimento é força da vida. A razão também. Essas são as asas da evolução que nos levarão á felicidade, que não está nas coisas ou nas pessoas, sendo, por assim mesmo, conquista interior. Quanto mais equilíbrio íntimo, menos gravidade na caminhada. Quanto mais próximos do pensamento Crístico, menos peso nos fardos e mais felicidade interior.

Nós vivemos em um mundo atrasado moralmente, espiritualmente, mas que já foi pior, sendo uma fase intermediária, para o mundo de regeneração, que está batendo as nossas portas. Muitos espíritos, nossos irmãos, não conseguem perceber a vida, ainda. Existem, comem, dormem, bebem, fazem sexo, mas não descobriram o essencial da vida.

Quando entramos em contado com a proposta espírita, vamos pouco a pouco despertando do sono da ignorância. Na realidade, o mal não existe, o mal é o resultado do nosso desconhecimento a respeito da vida, que sempre segue, após a morte do corpo físico, que está acontecendo nesse momento, enquanto eu escrevo essas mal traçadas linhas e enquanto o leitor as lê.

No próximo dia 08 de janeiro, de 2015, no Centro Espírita Jesus de Nazaré, em plena véspera de alegria, na cidade de Itaporanga, que estará comemorando 150 anos de existência, daremos início a mais uma etapa de aperfeiçoamento. Vamos desenvolver a razão e o sentimento, as duas asas que nos levam a Deus.

O convite está aberto, pois entender o que é a vida, para viver é essencial e importante e  vamos enterrando  o automatismo da existência, que nos transformam em sonâmbulos da caminhada.

FELIZ NATAL!
FELIZ ANO NOVO!

“Que ouçam aqueles que têm ouvidos de ouvir. Que vejam aqueles que têm olhos de ver.

PENSE NISSO! MAS PENSE AGORA MESMO

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Sair Para Respirar

transferir (1)tentaçãoPENSE NISSO! MAS PENSE AGORA MESMO
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“Sair Para Respirar”
(Reynollds Augusto)

Sinto-me bem acordando de manhazinha, na “Rainha do Vale”, minha querida Itaporanga, que é abraçada pelo Cristo Rei, do inesquecível Padre Zé, o nosso benfeitor.

E caminhando, quase correndo, vou contemplando a nossa natureza rústica, mas bela. Observando os detalhes. Apreciando a caminhada.
Há pessoas que não aproveitam os detalhes da caminhada. Não sabem que são eles que nos propiciam a verdadeira felicidade. Os detalhes estão enraizados nas coisas simples, que experimentamos sem perceber.

Vez por outra é preciso sair da Rotina. Fazer diferente. Fazer como Jesus, o mestre dos mestres e sair em direção ao deserto. Que nada mais é do que dar um mergulho do mundo íntimo.

É preciso extrair o “espírito da letra”, como sempre disse o meu amigo e irmão Dr. Ernani Diniz. Saudades.

Na verdade, creio que esse episódio que retrata a busca de Jesus ao deserto, depois daqueles altos papos com João Batista, próximo ao rio Jordão, não tenha se dado daquela forma e talvez nem acontecera.
São símbolos. O símbolo é um esteio, uma sustentação para que não nos desviemos do caminho. Mas é temporal. Chegará um tempo em que o homem adorará a Deus “em espírito e verdade”. Isso depende de maturidade. E “não há a nada encoberto que não venha a ser revelado”. Essas expressões estão na Bíblia, o livro da história do povo Judeu, que a tradição diz ser sagrado.

Nós o incrementamos, anexando o evangelho do judeu Jesus, o ser mais perfeito que apareceu por essas bandas e sustentamos que ele ficou mais sagrado ainda. Os Judeus não concordam com essa interferência indevida. Eles até entendem que Jesus fora mais um dos profetas, mas não o messias. Ainda o esperam.

Mas, aquele bate papo como “tinhoso” tem muito a dizer e a ensinar. “Que ouçam aqueles que têm ouvidos de ouvir”.

- Se es filho de Deus, ordena que estas pedras se tornem pães?

- Está Escrito: “Nem só de pão viverá o homem”

- Se és filho de Deus, lança-te daqui lá para baixo. Não sabes que está escrito que ele mandou que os seus anjos tenham cuidado contigo e te ampare nas mãos para que não haja tropeço na pedra?

- Também está escrito: “Não tentarás o Senhor teu Deus.

Entendeu?
Eu entendi.

Todos nós somos tentados todos os dias. O egoísmo e o orgulho são dois grandes “tinhosos”. As nossas ilusões são os transportes que nos levarão ao fosso. Como os “cegos conduzindo cegos”.

Mas é preciso conhecer a verdade. Só ela liberta. Mas não as pseudos verdades que sustentam as nossas pretensões egoicas, mas aquele que consola e liberta, de verdade.

Pense Nisso Mas pense Agora mesmo.

 

 

 

 

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