Danilo e Daniel

DSC02706Danilo e Daniel
 (Reynollds Augusto)

 

Danilo e Daniel, que não é dupla sertaneja, são dois garotos conscientes dos seus papeis na vida e são como nós, buscadores.

Conhece-se a árvore pelos frutos e uma “árvore má, não pode dar bons frutos”. Esses dois frutos vieram de duas grandes e boas árvores.  Do meu amigo e irmão duas vezes, de ESPIRITISMO e de MAÇONARIA, “VANDER” e a grande MARIA IZABEL, mulher de fibra, que sempre criou essa garotada com firmeza e amor.

Ontem, no Centro Espírita Jesus de Nazaré, de Itaporanga fiquei emocionado com essa garotada. Duas falas importantes. Daniel, em exórdio, tratou da música em nossas vidas, por ser terapêutica e DANILO tratou do suicídio, não apenas físico e sim o moral, que é pior. As duas falas serão levadas ao ar, amanhã (segunda, dia 22.12), ás 17 horas, na Rádio Boa Nova FM de Itaporanga, no seguinte endereço: http://www.boanova87.com.br/

Não seja besta de perder.

Mas, a música faz parte de nossas vidas e todos têm uma trilha musical. Eu, especialmente, fico sensivelmente impactado, quando ouço duas músicas que fizeram parte da minha adolescência, que os anos não trazem mais. Glory of love, de Peter Cetera e “Sapato Velho” do grupo roupa Nova.

Se emocione, “cabra” “vei”: http://youtu.be/axSlMfTaiJQ. http://youtu.be/mC8L7YuUvW4

Daniel tratou bem da música em nossas vidas e o fez focalizando a música espírita que enlaça, emociona, liberta e nos mostram saídas.

Depois foi a vez do DANILO, que tratou do suicídio moral e físico, contou experiências pessoais e mostrou que sempre tudo que nos acontece cabem certinho em nossas vidas e que nos surgem como oportunidades de crescimento espiritual, afinal tudo passa, experiências boas e ruins e termina ficando o nosso crescimento.

Guardar ódio, rancor, mágoa é uma grande bobagem. São lixos mentais e espirituais que prejudicam a nossa caminhada, gerando até doença psico-somática.

Uma bela noite de festa espiritual com os dois irmãos. A dupla da consciência, que não é sertaneja, mas são do sertão.

PENSE NISSO! MAS PENSE AGORA MESMO

 

 

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Vidas, Que Alimentam Vidas.

 10846212_616855725108019_5128877470712321057_nEDUCAÇÃO DOS SENTIMENTOS E FILOSOFIA ESPÍRITA

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Vidas, que alimentam vidas
(Reynollds Augusto)

Estamos chegando a mais um fim de uma etapa, para começarmos outra, e outra, e outra… até chegarmos á “salvação”, apelidada pelas religiões; que nada mais é do que evolução, levando os espíritos, eu e o leitor, a atingirmos a perfeição máxima, ao longo das reencarnações, que também são etapas.

Todo mundo sabe que muitos estão juntos, mas não estão verdadeiramente casados, pois casamento é a união permanente de dois seres, masculino e feminino, vinculado na afeição mútua, que é sentimento próprio dos seres maduros.

Ontem, mais o fim de um ciclo aconteceu, no dizer da facilitadora Cláudia. Educação dos Sentimentos não apenas se juntou com Filosofia Espírita, mas sim se casaram. Foi uma noite especial, de reflexão, de trato das questões existenciais, experiências vividas por cada um, na elaboração desse livro pessoal, com histórias de felicidades, dores, desafios, movimento, que por conseqüência é depositado na biblioteca da vida, graciosidade de Deus, para o aperfeiçoamento dos seus filhos.

O sentimento é força da vida. A razão também. Essas são as asas da evolução que nos levarão á felicidade, que não está nas coisas ou nas pessoas, sendo, por assim mesmo, conquista interior. Quanto mais equilíbrio íntimo, menos gravidade na caminhada. Quanto mais próximos do pensamento Crístico, menos peso nos fardos e mais felicidade interior.

Nós vivemos em um mundo atrasado moralmente, espiritualmente, mas que já foi pior, sendo uma fase intermediária, para o mundo de regeneração, que está batendo as nossas portas. Muitos espíritos, nossos irmãos, não conseguem perceber a vida, ainda. Existem, comem, dormem, bebem, fazem sexo, mas não descobriram o essencial da vida.

Quando entramos em contado com a proposta espírita, vamos pouco a pouco despertando do sono da ignorância. Na realidade, o mal não existe, o mal é o resultado do nosso desconhecimento a respeito da vida, que sempre segue, após a morte do corpo físico, que está acontecendo nesse momento, enquanto eu escrevo essas mal traçadas linhas e enquanto o leitor as lê.

No próximo dia 08 de janeiro, de 2015, no Centro Espírita Jesus de Nazaré, em plena véspera de alegria, na cidade de Itaporanga, que estará comemorando 150 anos de existência, daremos início a mais uma etapa de aperfeiçoamento. Vamos desenvolver a razão e o sentimento, as duas asas que nos levam a Deus.

O convite está aberto, pois entender o que é a vida, para viver é essencial e importante e  vamos enterrando  o automatismo da existência, que nos transformam em sonâmbulos da caminhada.

FELIZ NATAL!
FELIZ ANO NOVO!

“Que ouçam aqueles que têm ouvidos de ouvir. Que vejam aqueles que têm olhos de ver.

PENSE NISSO! MAS PENSE AGORA MESMO

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Sair Para Respirar

transferir (1)tentaçãoPENSE NISSO! MAS PENSE AGORA MESMO
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“Sair Para Respirar”
(Reynollds Augusto)

Sinto-me bem acordando de manhazinha, na “Rainha do Vale”, minha querida Itaporanga, que é abraçada pelo Cristo Rei, do inesquecível Padre Zé, o nosso benfeitor.

E caminhando, quase correndo, vou contemplando a nossa natureza rústica, mas bela. Observando os detalhes. Apreciando a caminhada.
Há pessoas que não aproveitam os detalhes da caminhada. Não sabem que são eles que nos propiciam a verdadeira felicidade. Os detalhes estão enraizados nas coisas simples, que experimentamos sem perceber.

Vez por outra é preciso sair da Rotina. Fazer diferente. Fazer como Jesus, o mestre dos mestres e sair em direção ao deserto. Que nada mais é do que dar um mergulho do mundo íntimo.

É preciso extrair o “espírito da letra”, como sempre disse o meu amigo e irmão Dr. Ernani Diniz. Saudades.

Na verdade, creio que esse episódio que retrata a busca de Jesus ao deserto, depois daqueles altos papos com João Batista, próximo ao rio Jordão, não tenha se dado daquela forma e talvez nem acontecera.
São símbolos. O símbolo é um esteio, uma sustentação para que não nos desviemos do caminho. Mas é temporal. Chegará um tempo em que o homem adorará a Deus “em espírito e verdade”. Isso depende de maturidade. E “não há a nada encoberto que não venha a ser revelado”. Essas expressões estão na Bíblia, o livro da história do povo Judeu, que a tradição diz ser sagrado.

Nós o incrementamos, anexando o evangelho do judeu Jesus, o ser mais perfeito que apareceu por essas bandas e sustentamos que ele ficou mais sagrado ainda. Os Judeus não concordam com essa interferência indevida. Eles até entendem que Jesus fora mais um dos profetas, mas não o messias. Ainda o esperam.

Mas, aquele bate papo como “tinhoso” tem muito a dizer e a ensinar. “Que ouçam aqueles que têm ouvidos de ouvir”.

- Se es filho de Deus, ordena que estas pedras se tornem pães?

- Está Escrito: “Nem só de pão viverá o homem”

- Se és filho de Deus, lança-te daqui lá para baixo. Não sabes que está escrito que ele mandou que os seus anjos tenham cuidado contigo e te ampare nas mãos para que não haja tropeço na pedra?

- Também está escrito: “Não tentarás o Senhor teu Deus.

Entendeu?
Eu entendi.

Todos nós somos tentados todos os dias. O egoísmo e o orgulho são dois grandes “tinhosos”. As nossas ilusões são os transportes que nos levarão ao fosso. Como os “cegos conduzindo cegos”.

Mas é preciso conhecer a verdade. Só ela liberta. Mas não as pseudos verdades que sustentam as nossas pretensões egoicas, mas aquele que consola e liberta, de verdade.

Pense Nisso Mas pense Agora mesmo.

 

 

 

 

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Perdão e Passado

VIVENDO E SENTINDOPerdão e Pecado

(Reynollds Augusto)

 

Quem disse foi Paulo de Tarso, um dos maiores propagadores da proposta de Jesus, quando despertara na estrada de Damasco, no momento em que seguia, com seus soldados, para dizimar os cristãos, “raça de povo ignorante”, que estava destruindo a sua fé.

 

“O amor cobre uma multidão de pecados”.

 

Saulo, o agora Paulo, não era ruim, era um iludido. Como a maioria de nós. Dia a após dia perdemos a oportunidade de crescer interiormente e a fazer, ajudando Deus na propagação e vivência da sua proposta de vida. Somos egoístas. Somos orgulhosos. As duas grandes chagas da humanidade, a origem de todos os males.

 

O Cristianismo foi um movimento religioso que surgiu após a morte do mestre dos mestres. Jesus não tinha religião. Nasceu Judeu, e não seguiu o judaísmo, como religião institucionalizada. Nem tampouco era cristão. Jesus era Jesus. O ser mais perfeito que Deus nos colocou para servir de guia e modelo para as nossas vidas. Se estivermos fazendo dele um modelo, para nós, isso é lá com a consciência de cada um. 

 

Temos informações que, no mundo espiritual, após a morte do corpo físico, as pessoas que mais estão sofrendo, são os religiosos. Que não perdem uma missa, um culto, não perdem uma reunião espírita, e não fazem nada para o bem da humanidade e do seu próximo. É muita louvação e pouca ação. E pense num negócio ligeiro esse, o chegar da morte do corpo, pois o tempo é ilusão.

 

Ontem, no Centro Espírita Jesus de Nazaré, nós apreciamos dois temas de suma importância para nossas vidas e que tem ligação com cada um de nós. Corrinha, exordiou a respeito do perdão e Dedé tratou do pecado, um termo bem católico, mas que faz parte de nossas vidas, pois somos espíritos atrasados.

 

No dia a dia, nas nossas vivências, cometemos muitas bobagens e elas são, também, mecanismos de evolução. Aprendemos com o amor e com a dor.

 

Mas, como no Direito Social, nós podemos diminuir as nossas as nossas penas, as nossas dores, os nossos sofrimentos, demonstrando o nosso arrependimento e a nossa reabilitação. No nosso caso,   fazendo e vivendo o bem. A ação meritória anula ou ameniza o mal que nós cometemos. E são muitos.

 

O maior deles é a omissão.  Não conseguimos sair da nossa comodidade, do nosso estado de satisfação. Vamos ás igrejas, aos centros espíritas para falar ou para buscar “milagres” ás nossas dores. Por vezes eles até acontecem, pois cada um tem um comprometimento próprio. Mas, logo que “curados” esquecemos do benefício. Jesus já tratou disso e mudou pouco, pois a evolução é lenta.
“Mas, não foram dez os que curei, porque só um veio me agradecer”.
Mais ou menos isso.

 

Não que Deus precisa de seu agradecimento, uma vez é que se vencemos determinadas provas ou expiações é que merecíamos. Mas é que a ingratidão demonstra ainda a nossa falta da verdadeira fé. Os hipócritas e egoístas, como nós, ainda estão por aqui.

 

Mas, a vida dá o choque natural, para sairmos do estado de satisfação. A morte do corpo físico. A libertação do Espírito para que possamos colocar  as coisas em ordem.

E quando estamos lá, no bem bom ou não, ela dá outro choque. A reencarnação para aprendermos a evoluir com nossos acertos e erros. Até atingirmos á plenitude, que as religiões tratam como “salvação.

Quer anular um pecado? Ame. Perdoe. Viva o bem. Não apenas fale. Faça, pois como disse o apóstolo: “O amor cobre uma multidão de pecados”.

Bela noite de aprendizado.

PENSE NISSO! MAS PENSE AGORA MESMO

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Os Luminares do Saber . E do sentimento

transferir (1)Sócrates e JesusOs Luminares da Saber . E do Sentimento
 (Reynollds Augusto)

 A causa primária da vida, origem, sem origem. Causador sem causa, ponto de partida de tudo que existe, que alguns apelidam de “Deus”, vez por outra convoca espíritos que se prepararam, ao longo do evo, para reencarnar nesse planeta primitivo e impulsionar o progresso da razão e do sentimento.

Se assim não fosse, dificilmente teríamos alcançado as luzes do progresso incessante. As curas, as técnicas, a informática, a internet… São projetos do alto, com vista à aproximação da humanidade. Temos a impressão que o mundo diminui e que as pessoas estão mais próximas.

É certo que o progresso moral é uma decorrência do progresso intelectual, mas, é certo, também, que o moral nem sempre acompanha o intelectual, pois isso depende de tempo. Quando essas duas forças se juntarem, o “céu” chegará ao planeta. É isso, verdadeiramente, o que as religiões tradicionais apelidam de “salvação”.

O grande Platão, discípulo de outro grande, o Sócrates, que fora precursor do Espiritismo, e por conseqüência do Cristianismo, pois um é o mesmo que o outro, só que a Doutrina Espírita está depurada, com o resgate da mensagem de Jesus de raiz, sem os dogmas da ilusão; já evidenciou que o seu meste teria dito: “      toda a sabedoria humana não valia grande coisa e mesmo não valia nada”.

Não concordo muito com o pensador, pois toda sabedoria é conseqüência da maturidade, que não se realiza de pronto. Sendo necessário a ajuda do carro do tempo e tempo é o que temos de sobra, pois somos imortais. Ora, no vazo carnal, ora fora dele, no mundo espiritual, em estado de “erraticidade”, nesse vai e vem infinito, até a depuração total, pois “nenhuma só das ovelhas do meu Pai se perderá”, no dizer de Jesus.

As ovelhas somos nós, a humanidade. Com as suas cores, figuras, conceitos, preconceitos. Católicos, Espíritas, Evangélicos, Budistas, Muçulmanos, Judeus, ateus…

Tudo isso são estágios passageiros de aperfeiçoamento, pois somos todos filhos de Deus e carregamos, em germe, a sua perfeição, que precisa ser instigadas, senão ficaremos por muito tempo adormecidos, no sono da ignorância, o mal de tudo que existe.

“Tudo está certo”.

          PENSE NISSO. MAS PENSE AGORA MESMO.

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Uma Noite de Magia

POLYANA BALÉPENSE NISSO! MAS PENSE AGORA MESMO

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Uma Noite de Magia

(Reynollds Augusto)

Quinta dia 27, Itaporanga contemplou um espetáculo de rara beleza por essas bandas. É que o “Studio de Ballet Polyana Alves”, daqui de Itaporanga, fez macho chorar, com a apresentação das suas crias.

Eu que sou “cabra macho”, “da peste”, mas solidário, chorei de emoção. É que se qualquer pessoa chorar perto de mim terá um comparte.  Chorar de satisfação e felicidade é comigo mesmo.

 O Ballet é tão complexo e tão emocionante que retrata a vida  nos seus ínfimos detalhes. A  dança girou em torno de uma bailarina que estava sob a influência de bruxas, que representavam o mal e que fora liberta pelo bem, resgatada à felicidade.

Tudo a ver com as nossas vidas. A velha dicotomia em torno do bem e do mal, que no fundo se trata da ignorância. Foi por isso que o espírito mais perfeito que passou por esse “orbezinho já asseverara: “conhecereis a verdade e ela vos libertará”.

Mas, uma verdadeira alegria foi aquele espetáculo cheio de luzes, harmonia de sons,  cenários e figurinos que emocionaram os presentes. É uma pena que uma cidade do nosso porte, cheia de cultura, não tem um espaço propício para isso. Para apresentações, palestras, seminários, encontros.

 O poder público nos deve isso, o povo, não politizado, não sabe cobrar a melhor aplicação do seu dinheiro.

 Tanto dinheiro liberado pelo PAC, mas faltaram projetos. Cultura e arte também são prioridades.  Se a nossa cidade não tivesse o empreendimento do setor privado, a coisa estaria feia.

Mas, isso é histórico e vem dos adormecidos de outrora. É preciso acordar para a arte, para a cultura, que são instrumentos de resgates, de inclusão.

Nós, desde o velho “GRUTAMI” (Grupo de Teatro Amador de Itaporanga), de guerra, reclamamos um espaço artístico para os nossos filhos. Uma praça de cultura que possa evidenciar os nossos talentos, os nossos pintores, os nossos cordelistas, os nossos atores, as nossas bailarinas.

É preciso acordar do sono da inoperância. Apesar do Itaporanga Esporte Clube não ter sido construído para isso, os responsáveis pelo evento, fizeram bonito. E dessa vez a bailarina Polyana Alves surpreendeu e se superou.

O investimento teve retorno garantido. Da satisfação, da felicidade, da emoção, que nenhum dinheiro compra. Os nossos “rebentos” ficaram felizes e já tem o que mostrar para os filhos do futuro.

 

 

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Reunião Espiritual do Centro Espírita Jesus de Nazaré, de Itaporanga.

Filosofia EspíritaReunião Espiritual do Centro Espírita Jesus de Nazaré, de Itaporanga

(Reynollds Augusto)

 Quem realizou o exórdio da Reunião Pública Doutrinária do Centro Espírita Jesus de Nazaré, de Itaporanga, nesse dia 22 de novembro, foi a empresária SUELI ALEXANDRIA, com o tema “Aos Pés do Monte”.

 Foi debatida uma música do casal de irmãos mineiros, por sinal muito linda. O exórdio é uma espécie de entrada evangélica, um preparação para a segunda parte, o “banquete” da noite, que foi proferido pelo também empresário, HERCULANO PEREIRA, que tratou do tema morte.

 As Reuniões Espirituais dos Centros Espíritas são similares às missas, aos cultos… São reuniões sociais com palestras, músicas, passes e alegria, muita alegria.

 Sueli tratou do sentimento íntimo, quase instintivo, que todo ser humano anela que é buscar o bom, o belo e o justo, essa tríade filosófica da harmonia. Quando os buscamos os nossos corações e nossas mentes se renovam e o nosso ser  se invade de esperanças.

 Compreendemos, ainda, as nossas inferioridades, pois somos espíritos em evolução, mas sabemos qual caminho trilhar, buscar, para realizar. Destacou a estrofe da música que assevera: “Quero ser manso, ser limpo, ser justo. E pobre de espírito ser “…

 Enfatizou aqui a real interpretação de “pobre de espírito”, que na acepção evangélica indica simplicidade, sem ser simplista. São proposições elucidadas por Jesus, o maior espírito que já veio ao nosso planeta, sendo um dos seus construtores, coordenadores, desde o desprendimento do planeta, do nosso sol, ha milhões de anos. Dai ele, Jesus, ser chamado, do governador espiritual do planeta Terra.

  Em seguida, a exposição da noite girou em torno da morte do corpo físico, discorrido pelo palestrante HERCULANO PEREIRA, que fez um levantamento histórico de uma das maiores preocupações da humanidade, que é saber se há vida após a morte do corpo físico. Provou que sim, sendo que a ciência oficial está chegando a esse convencimento, muito atrasada, mais está.  

 

“Tudo tem seu tempo. É os tempos são chegados. É tempo de vida, tempo de entendimento, tempo de verdade”.

 

Uma excelente noite de reflexão. Saímos do Centro Espírita menos graves, mais abertos á felicidade. É preciso não perder essas oportunidades semanais, para que possamos sair, um pouco, do mundo exterior, da competição, dos interesses menos felizes e compreender o que nós somos, o que fazemos aqui e para onde vamos após a morte do corpo físico, que chega ligeirinho, ligeirinho

PENSE NISSO! MAS PENSE AGORA MESMO

 

 

 

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A Bomba Estourou

A Bomba Estourou

(Reynollds Augusto)

 

É da lavra de Mateus, expressão atribuída ao Cristo, que revela uma verdade indiscutível: “Portanto, não tenham medo deles. Não há nada escondido que não venham a ser revelado, nem oculto que não venha se tornar conhecido”. (Mateus 10.16).

Esses episódios de escândalos em torno da nossa linda e rica nação nos dá uma idéia do  quanto somos vampirizados, sugados e sofrivelmente saqueados por aqueles que deveriam conduzir os nossos negócios com presteza e exatidão, com o fim de promover a Justiça Social.

Temos a impressão de que a cada quatro anos elegemos “aves de rapina”, que ficam de olho na vítima para dar os seus botes. Nesses episódios identificamos dois problemas chaves. Um é a  falta de educação. Não aquela que faz, apenas, homens instruídos , mas aquela que forma homens de bem, conscientes dos seus papeis na vida em sociedade.  O outro é a nossa  legislação processual. Com essa que ai, leitor amigo,  está o Estado anda a dizer que o crime compensa.

É preciso mudar os dois, pois senão seremos espectadores constantes desses episódios.  Até conseguimos  prender os responsáveis, mas logo, logo   eles saem felizes e ricos.  Nossa legislação penal, executiva processual é frouxa. Ainda é consequência do princípio da inocência, estabelecido no rol dos direitos constitucionais, para combater a velha opressão militar que prendia o cidadão só porque ele tinha  cara feia. Mas  os tempos são outros e qualquer pessoa que lida com dinheiro do povo tem que ser reto, “santo”, pois ele é sagrado.

Com essa folga não é surpresa nenhuma nos depararmos com tantos escândalos. E o negócio é tão habitual que nos tornamos expectadores das nossas desgraças. Parece que nos acostumamos com esse estado de coisas.  A fumaça é forte demais, dessa forma o fogo também.

Sem falar que esses ricaços,presos,  são os mesmos que financiam,  “bondosamente”, os nossos agentes políticos. Não é possível votar em “Seu João e seu Joaquim”, homens probos que poderiam mudar essa realidade. E mesmo assim, ficaria impossível, creio, pois o sistema não deixaria “seu João e seu Joaquim” empreenderem as mudanças necessárias.

A coisa é difícil.

Eu fico até rindo quando alguns defensores da moralidade dizem que os “bolsas”, projeto social que distribui renda, com a efetiva contrapartida, é coisa para alimentar “vagabundos”. Agora sabemos quem são os verdadeiros vagabundos dessa nação e também porque não há justiça social. Nosso dinheiro sai pelo ralo. A sangria é enorme. Ainda bem que os grandes foram presos e o STJ não os liberaram da reflexão.   A”inocência” parece não se configurar. É muita fumaça.

Mas, ainda tem o Supremo e lá tudo pode acontecer.

Todo mundo sabe que é preciso mudanças. E sendo assim vamos nos valer de outra proposição bíblica, precisamente no evangelho, também da lavra do Mateus: “Aí do mundo, por causa dos escândalos; porque é mister que venham escândalos, mas ai daquele homem por quem o escândalo vem.

“Escândalo” é oportunidade de acerto, de mudança e o país sofre com isso. Mas o agente do escândalo, mesmo que beneficiado por uma legislação capenga, terá que prestar contas á jurisdição divina, ao direito natural, que dá a cada um o que é seu e que pega o infrator, nessa vida imortal. Mas morte do corpo físico chega ligeiro e a execução será eficaz, pois é preciso pagar  até o  ultimo ceitil, segundo  Jesus.

Até lá espero que os nossos interpretes do Direito Social, não caiam na besteira de soltarem esses “larápios”. Que passem um bom tempo na reflexão. Corruptos,  corruptores atrás das grades. É o que o povo quer.  Vamos dar uma “interpretação política” a bem da sociedade. Lembrando que isso é coisa antiga, vem desde o tempo do grande Fernando Henrique Cardoso e quiçá antes.

O mais importante: Bloquear a grana suja desses larápios e fazer retornar o dinheiro à sociedade, senão o crime compensa.

Devolver, voluntariamente, R$ 120.000.000,00 de reais aos cofres,como eles que eles querem, é o mesmo que devolver R$ 1.00 real a quem “roubou” um milhão de reais.

“Haverá choro e ranger de dentes.”

Mas o Brasil esta mudando e para melhor.

 

PENSE NISSO! MAS PENSE DIREITO.

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Juiz não é Deus”, mas “Você sabe com quem está falando”?

PENSE DIREITO“Juiz não é Deus”, mas “Você sabe com quem está falando”?

                 ( Luiz Flávio Gomes, Professor)

 Cena 1: Uma servidora do Detran-RJ, numa blitz (em 2011), parou um veículo que estava sem placa. A nota fiscal que portava já tinha prazo vencido. O motorista, ademais, não portava a carteira de habilitação (tudo isso foi reconhecido em sentença da Justiça). Quem era o motorista? Um juiz de direito. 

 

                              A servidora (que fez uma dissertação de mestrado sobre ética na administração pública) disse que o carro irregular deveria ser rebocado. Essa providência absolutamente legal (válida para todos) foi a causa do quid pro quo armado. Ele queria que um tenente a prendesse. Este se recusou a fazer isso. Chegaram os PMs (tentaram algemá-la). A servidora disse: “Ele não é Deus”. O juiz começou a gritar e deu voz de prisão, dizendo que ela era “abusada” (quem anda com carro irregular, não, não é abusado). Ela processou o juiz por prisão ilegal. O TJ do RJ entendeu (corporativamente) que foi a servidora que praticou ilegalidade e abuso (dizendo que “juiz não é Deus”). Alegação completar da servidora: “Se eu levo os carros dos mais humildes, por que não vou levar os dos mais abastados?; Posso me prejudicar porque fiz meu trabalho direito”.

 

Cena 2: O TJ do RJ condenou a servidora a pagar R$ 5 mil por danos morais ao juiz “ofendido” em sua honra (a servidora agiu mesmo sabendo da relevância da função pública por ele exercida). Diz ainda a sentença (acórdão): “Dessa maneira, em defesa da própria função pública que desempenha, nada mais restou ao magistrado, a não ser determinar a prisão da recorrente, que desafiou a própria magistratura e tudo o que ela representa”. “Além disso, o fato de o recorrido se identificar como Juiz de Direito não caracteriza a chamada “carteirada”, conforme alega a apelante.” 

 

Uma “vaquinha” na internet já arrecadou mais de R$ 11 mil (a servidora diz que dará o dinheiro sobrante para entidades de caridade). Ela foi condenada porque disse que “juiz não é Deus” (ou seja: negou ao juiz essa sua condição). Heresia! Isso significa ofensa e deboche (disse o TJRJ). 

 

O CNJ vai reabrir o caso e apurar a conduta do juiz. Em outra ocasião a mulher de um “dono do tráfico” no morro também já havia dito para a servidora “Você sabe com quem está falando?”.

 

01. Construímos no Brasil uma sociedade hierarquizada e arcaica, majoritariamente conservadora (que aqui se manifesta em regra de forma extremamente nefasta, posto que dominada por crenças e valores equivocados), que se julga (em geral) no direito de desfrutar de alguns privilégios, incluindo-se o de não ser igual perante as leis(nessa suposta “superioridade” racial ou socioeconômica também vem incluída aimpunidade, que sempre levou um forte setor das elites à construção de uma organização criminosa formada por uma troika maligna composta de políticos e outros agentes públicos + agentes econômicos + agentes financeiros, unidos em parceria público-privada para a pilhagem do patrimônio do Estado – PPP/PPE).

Continuamos (em pleno século XXI) a ser o país atrasado do “Você sabe com quem está falando?” (como bem explica DaMatta, em várias de suas obras). Os da camada “de cima” (na nossa organização social) se julgam no direito (privilégio) de humilhar e desconsiderar as leis assim como os “de baixo”. Se alguém questiona essa estrutura, vem o corporativismo e retroalimenta a chaga arcaica. De onde vem essa canhestra forma de organização social? Por que somos o que somos?

02. Somos ainda hoje uns desterrados em nossa terra (disse Sérgio B. De Holanda,Raízes do Brasil) porque aqui se implantou uma bestial organização social hierarquizada (desigual), que veio de outro clima e de outras paragens, carregada de preconceitos, vícios, privilégios e agudo parasitismo (veja Manoel Bomfim). Esse modelo de sociedade foi feito para o desfrute de poucos (do 1% mais favorecido). Poucos eram os colonos nestas inóspitas bandas que podiam receber um título de cavaleiro ou de fidalguia ou de nobreza. Contra essa possibilidade de ascensão os portugueses invocavam dois tipos de impedimentos (que não alcançavam os brancos católicos, evidentemente): (a) o defeito de sangue (sangue infecto dos judeus, mouros, negros, índios ou asiáticos); (b) o defeito mecânico (mãos infectas dos que faziam trabalhos manuais ou cujos ancestrais tivessem praticado esse tipo de trabalho). Nem mesmo os leais ao monarca podiam galgar os privilégios e as graças da monarquia (ou seja: subir na mobilidade social), caso apresentassem um desses defeitos, que depois foram ampliados para abarcar os pobres, as mulheres, as crianças, os portadores de deficiência física, os não proprietários, os não escolarizados etc.

03. Ocorre que no tempo da colônia brasileira (1500-1821) e do Império (1822-1888) pouquíssimas pessoas não estavam contaminadas por uma das duas máculas matrizes. Quais foram, então, as saídas para se ampliar aqui também uma organização social dividida em classes? Ronald Raminelli (em Raízes da impunidade) explica: a primeira foi o rei perdoar os defeitos e quebrar a regra para conceder títulos e honrarias aos nativos guerreiros que defenderam Portugal, sobretudo na guerra com os holandeses (é o caso de Bento Maciel Parente, filho bastardo de um governador do Maranhão, do chefe indígena Felipe Camarão, do negro Henrique Dias etc.); a segunda foi que aqui, apesar do defeito de sangue ou mecânico, foram se formando novas oligarquias (burguesias), que acumularam riquezas e se tornaram potentes com suas terras, seus engenhos, plantações, quantidade de escravos, vendas externas, exércitos particulares etc. Surge aqui o conceito de “nobreza da terra” (que não podia ser excluída das camadas superiores).

                         04. Ao longo dos anos, como se vê, o tratamento dado às várias camadas sociais foi se amoldando ao nosso tropicalismo (foram se abrasileirando). A verdade, no entanto, é que nem sequer em Portugal nunca foi cristalinamente rígida a separação das classes sociais. Lá nunca houve uma aristocracia hermeticamente fechada (veja S. B. De Holanda). Praticamente todas as profissões contavam com homens fidalgos – filhos-de-algo, salvo se viviam de trabalhos mecânicos (manuais). O princípio da hierarquia, então, entre nós, nunca foi rigoroso e inflexível; nem poderia ser diferente porque aqui se deu uma generalizada mestiçagem (casamentos de portugueses com índias ou com negras), embora fosse isso duramente criticado pelos pseudo-intelectuais racistas, sendo disso Gobineau um patético e psicopático exemplo, que previam o fim do povo brasileiro em apenas dois séculos, justamente em virtude dessa miscigenação das raças (que afetava o crânio das pessoas, na medida em que o crânio tinha tudo a ver com o líquido seminal).

                                05. As elites que foram se formando (as oligarquias colonialistas) passaram a ser conhecidas como “nobreza da terra” e foram ocupando os postos de destaque na administração, nos cargos militares, na Justiça (juízes e promotores), na esfera fiscal, no controle dos recursos públicos etc. Quando Portugal passava pelos constantes apertos econômicos, os títulos da nobreza eram comprados pelos barões, duques, condes e marqueses. Foram essas as primeiras oligarquias que dominaram a população nativa (poucos brancos e muitos mestiços, índios, pretos alforriados e escravos), mandando e desmandando, com seus caprichos, arbitrariedades e privilégios, destacando-se o da quase absoluta impunidade pelos crimes praticados. Do ponto de vista do controle social, a colônia foi um grande campo de concentração (subordinado aos caprichos do mandante). Os militares sempre constituíram uma classe privilegiada, acima das leis do rei; contrariavam as leis e eram tolerados pelo seu poder e pelas suas armas, assim como pela capacidade de liderar tropas e defender os interesses da monarquia. Ainda hoje contam com uma Justiça especial, um foro especial, distinto dos demais criminosos. Outro exemplo de privilégio é o foro especial para os altos cargos da nação assim como a prisão especial (cautelar) para aqueles que possuem curso superior.

                       06. “Num ambiente em que todos sempre foram desiguais perante a lei, a desigualdade não é problema. É tradição” (R. Raminelli). No Brasil, portanto, todos (tradicionalmente) lutam por privilégios (não por igualdades de oportunidades ou mesmo igualdade perante a lei). O que nos compraz é o privilégio, não a igualdade. Triste país o que está tão perto dos caprichos e dos personalismos, dos desmandos, da ausência do império generalizado da lei, dos privilégios, das imunidades de classe (impunidade, v. G.) e tão longe da igualdade de oportunidades assim como da igualdade perante as leis. Temos muita dificuldade de lidar com as normas gerais (no trânsito, por exemplo) porque (os elitizados, os das camadas de cima) são criados em casas (e escolas) onde, desde a mais tenra idade, se aprende (educação se aprende em casa!) que há sempre um modo de satisfazer nossas vontades e desejos (e caprichos), mesmo quando isso vá de encontro com as normas do bom-senso e da coletividade (DaMatta, O que faz o brasil, Brasil?.

                      07. O dilema brasileiro (segue o autor citado) reside no conflito entre a observância das leis gerais e o “jeitinho” que se pode encontrar para burlá-las em razão dasrelações pessoais. Nós não admitimos (em geral) ser tratados como a generalidade, sim, queremos sempre o atalho, o desvio, o respeito incondicional à nossa “superioridade natural”. O indivíduo que deve obedecer as leis gerais não é a mesmapessoa (distinguida) que conta com relações sociais e privilégios “naturais” (que não poderiam ser contestados). O coração do brasileiro elitizado, hierarquicamente “superior”, balança entre esses dois polos (DaMatta). No meio deles está a malandragem, a corrupção, o jeitinho, os privilégios, as mordomias e, evidentemente, o “Você sabe com quem está falando?”. Claro que a lei, com essa mediação social, fica desprestigiada, desmoralizada. Mas ela é insensível e todos que pisam na sua santa generalidade e igualdade (um dos mitos com os quais os operadores jurídicos normativistas trabalham) ficam numa boa e a vida (depois do desmando, do capricho, da corrupção, do vilipêndio, do crime impune, do jeitinho, da malandragem) volta ao seu normal (DaMatta).

 

PENSE NISSO! MAS PENSE DIREITO

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Ninguem Consegue Se Matar

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Ninguém Consegue Se Matar

                         (Reynollds Augusto)

A questão da vida e da morte sempre intrigou o ser humano. Mais do que a morte, a vida é um grande mistério. Espíritos imortais que somo, criados na madrugada do tempo, simples e sem saber, estamos nos movimentando para adquirir experimentos do sentir e do saber. Até rimou.

De vez em quando, aqui no Vale do Piancó, o noticiário local dá conta de que um dos nossos irmãos suicidara-se. É interessante que quando o fenômeno acontece próximo de nós, ficamos circunspectos, ensimesmados, tristes. Como alguém tão próximo, que produziu tanta vida, pode ter ceifado o bem mais precioso de toda a Terra?

Não há respostas convincentes. Depressão? Tristeza? Melancolia?

A grande verdade é quando pensamos em dar cabo ás nossas vidas, o objetivo primeiro é se livrar do sofrimento, da prova, da expiação. É uma fuga, que definitivamente não acontece de verdade, pois nós não somos o corpo e sim estamos no corpo. É uma atitude grave, pois só quem pode tirar a nossa vida é Deus, a ordem natural. Saímos mais compromissados e como não é possível fugir do progresso próprio, voltaremos ao palco terrestre em condições menos favoráveis.

Eu, do alto da minha ignorância, não saberei dizer se é mais grave matar, ou matar-se. Talvez matar-se. Pois a decisão impensada ocasiona graves efeitos á vida daqueles que conviviam conosco. É uma prova de egoísmo, um das chagas da humanidade ou uma profunda falta de fé. Não essa fé equivocada das religiões. Mas aquela certeza íntima de que o “Pai” quer o melhor para os seus filhos e que as dificuldades na vida, são reações do que somos e do que pensamos, sendo passageiro o experimento, mas necessário

“Quando mais se adentra a madrugada, mais próximo está o alvorecer de um novo dia”. Gosto dessa frase. Em um minuto apenas, tudo muda. Enquanto estamos sofrendo Deus está providenciando o auxílio.

A perda de entes queridos é um dor que atinge a todos. Representa um prova ou uma expiação, sendo fenômeno comum da lei. O “cabra” nasceu, começou a morrer. Mas só o corpo morre.

Estamos todos na contagem regressiva e não adianta antecipar porque esse “intensivão” por aqui é curto demais e aproveitá-lo o máximo possível é a certeza de que subiremos mais rápido um degrau da escala da evolução.

Resta-nos orar. Vibrar e pedir a Deus para que ele possa ajudar o suicida a reencontrar o seu caminho o mais rápido possível.

Alguém da minha infância fugiu da vida. Mas essa é uma fuga falsa.

A nossa meta é a felicidade.

Que ela encontre a sua, pois a vida continua;

PENSE NISSO! MAS PENSE AGORA MESMO.

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